Temos que acordar o Brasil, temos que acordar antes que seja tarde.

Não pare de orarMais um ano esta terminando, um ano onde estamos podendo ver o sofrimento de nossos irmãos que ai se encontram.

Tantas desgraças acontecendo, tantos resgates coletivos e infelizmente é só o começo, peço lhes meus queridos que orem pelo Brasil, que orem pelo mundo que orem principalmente por todos aqueles que desviaram do caminho que deveriam trilhar.

Mais uma vez a ganância o poder o orgulho e a vaidade tomou conta dos chefes das nações, dos políticos, do poder, da magistratura do ser humano em geral. Nunca como hoje vemos tanto descaso pelo ser humano que morre aos milhares pela insensatez de alguns.

E a fome e a guerra e o despreparo daqueles que vieram para ajudar e se perderam pelo caminho.

Temos visto a cada dia mais e mais irresponsabilidade de alguns, destruindo a natureza que deveriam cuidar, vemos o despreparo de muitos prejudicando aqueles que necessitam do pão para saciar sua fome.

Nunca como hoje vemos tantos refugiados perdendo a vida ao buscar um pouco, um pouco só de paz e amor.

Meus amados filhos, precisamos intensificar nossas orações, precisamos arregaçar as nossas mãos e trabalhar também, procurar falar, não podemos ser omissos frente a tantas calamidades. Temos que acordar o Brasil, temos que acordar antes que seja tarde.

Somos filhos do senhor do universo, somos luz, mas, é preciso fazer essa luz brilhar.

Que Deus ampare e proteja o Brasil, que Deus proteja o universo.

Pelo espírito do irmão Abelardo. Mensagem recebida em novembro de 2015 pela médium Terezinha Alcindo Lopes, do Grupo de Apoio Francisco de Assis – GAFA

 

NAS ORAÇÕES DO NATAL

NatalJesusRememorando o Natal, lembremo-nos de que Jesus é o Suprimento Divino à Necessidade Humana.

Para o Sofrimento, é o Consolo;

Para a Aflição, é a Esperança;

Para a Tristeza, é o Bom Ânimo;

Para o Desespero, é a Fé Viva;

Para o Desequilíbrio, é o Reajuste;

Para o Orgulho, é a Humildade;

Para a Violência, é a Tolerância;

Para a Vaidade, é a Singeleza;

Para a Ofensa, é a Compreensão;

Para a Discórdia, é a Paz;

Para o Egoísmo, é a Renúncia;

Para a Ambição, é o Sacrifício;

Para a Ignorância, é o Esclarecimento;

Para a Inconformação, é a Serenidade;

Para a Dor, é a Paciência;

Para a Angústia, é o Bálsamo;

Para a Ilusão, é a Verdade;

Para a Morte, é a Ressurreição.

Se nos propomos, assim, aceitar o Cristo por Mestre e Senhor de nossos caminhos, é imprescindível recordar que o seu Apostolado não veio para os sãos e, sim, para os antigos doentes da Terra, entre os quais nos alistamos…

Buscando, pois, acompanhá-lo e servi-lo, façamos de nosso coração uma luz que possa inflamar-se ao toque de seu infinito amor, cada dia, a fim de que nossa tarefa ilumine com Ele a milenária estrada de nossas experiências, expulsando as sombras de nossos velhos enganos e despertando-nos o espírito para a glória imperecível da Vida Eterna.

Pelo Espírito André Luiz. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

Livro: Os Dois Maiores Amores. Lição nº 30. Página 115.

 

Alimento Mental é pra toda vida!

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… No útero materno eles se alimentam, diariamente, de formas mentais, sem utilizarem a boca física, valendo-se da capacidade de absorção do organismo perispirítico, mas ainda não sentem a extensão desses fenômenos em suas experiências diárias.

No lar, na via pública, no trabalho, nas diversões, cada criatura recebe o alimento mental que lhe é trazido por aqueles com quem convive temperado com o magnetismo pessoal de cada um.

Dessa alimentação dependem, na maioria das vezes, mormente para a imensa percentagem de encarnados que ainda não alcançaram o domínio das próprias emoções, … os estados íntimos de felicidade ou desgosto, de prazer ou sofrimento.

O homem absorve matéria mental, em todas as horas do dia, ambientando-a dentro de si mesmo, nos círculos mais íntimos da própria estrutura fisiológica.

Nunca sentiu a perturbação do fígado, depois de um atrito verbal?  Jamais experimentou o desequilíbrio momentâneo do coração, recebendo uma notícia angustiosa?  Por que a desarmonia orgânica, se a hora em curso era, muitas vezes, de satisfação e felicidade?

É que, em tais momentos, o homem recebe “certa quantidade de força mental” em seu campo de pensamento, como o fio recebe a “carga de eletricidade positiva” O ponto de recepção está efetivamente no cérebro, mas se a criatura não está identificada com a lei de domínio emotivo, que manda selecionar as emissões que chegam até nós, ambientará a força perturbadora dentro de si mesmo, na intimidade das células orgânicas, com grande prejuízo para as zonas vulneráveis.

Fonte: MISSIONÁRIOS DA LUZ –  Francisco Cândido Xavier – André Luiz

 

Cada ave em seu ninho

 

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O mal reside na furna da ignorância.

O ódio respira nas trincheiras da discórdia.

A inveja mora no deserto da insatisfação.

A tristeza improdutiva desabrocha no abismo do desânimo.

A perturbação cresce no precipício do dever não cumprido.

O desequilíbrio desenvolve-se no despenhadeiro da intemperança.

A crueldade nasce no pedregulho da dureza espiritual.

A maledicência brota no espinheiral da irreflexão.

A alegria reside no coração que ama e serve.

A tranquilidade não se aparta da boa consciência.

A fé reconforta-se no templo da confiança.

A solidariedade viceja no santuário da simpatia.

A saúde vive na submissão à Lei Divina.

O aprimoramento não se separa do serviço constante.

O dom de auxiliar mora na casa simples e acolhedora da humildade.

Cada ave em seu ninho, cada coisa em seu lugar.

Há muitas moradas para nossa alma sobre a própria Terra.

Cada criatura vive onde lhe apraz e com quem lhe agrada.

Procuremos a estrada do verdadeiro bem que nos conduzirá à felicidade perfeita, de vez que, segundo o ensinamento do Evangelho, cada espírito tem o seu tesouro de luz ou o seu fardo de sombra, onde houver colocado o próprio coração.

  • Fonte: Emmanuel por Francisco Cândido Xavier.
  • Livro: Construção do Amor. Lição nº 10. Página 51

 

02 de Outubro dia dos Santos Anjos da Guarda

 

ANJO DA GUARDA2“Vou enviar um anjo adiante de ti para te proteger no caminho e para te conduzir ao lugar que te preparei”. (Êxodo 23, 20)

A celebração dedicada aos anjos da guarda surgiu na Espanha, no século V e espalhou-se por toda a Europa. A data foi fixada pela primeira vez em 29 de setembro, juntamente com a festa do Arcanjo Miguel.

O Inicio da celebração da festa distinta para os “Santos Anjos da Guarda”, dedicada no dia 2 de Outubro tal como hoje, particular de cada pessoa, surge em 1670, com papa Clemente X, universalizada pelo Papa Paulo V, depois que o Papa Leão X aprovou o novo Ofício composto pelo franciscano João Colombi.

Espírito que se incumbe da tarefa de amparar outro espírito na etapa encarnatória – todas as pessoas possuem um. Geralmente, são designados os espíritos afins e simpáticos para estabelecerem tal relação. Um guia espiritual é, via de regra, um espírito mais evoluído que o seu protegido.

Um guia acompanha o seu protegido oferecendo apoio num momento de sofrimento, esclarecimento numa hora de dúvida, ajuda num instante de perigo, etc. As pessoas, mesmo sem perceber, estão submetidas à influência benévola desse guia constantemente e, ao mínimo pensamento feito a ele, o bondoso espírito se faz presente e exerce sua tarefa caridosa e despretensiosa.

Um guia está profundamente ligado ao seu protegido por motivos de afinidade espiritual e sempre executa sua missão com um sentimento espontâneo de ajuda, porquanto essa ajuda também significa o seu próprio desenvolvimento e evolução. Essa terminologia de “anjo da guarda”, utilizada seriamente por outras religiões, pode ser tomada “emprestada” pelo Espiritismo, pois se enquadra perfeitamente para esse espírito missionário: consiste no amigo constante e amoroso que Deus proporciona a todos os encarnados na difícil etapa carnal – é comumente também chamado de “protetor espiritual” ou de “mentor espiritual”.

Um guia espiritual poderá cooperar sempre em vossos trabalhos, seja auxiliando-vos nas dificuldades, de maneira indireta, ou confortando-vos na dor, estimulando-vos para a edificação moral, imprescindível à iluminação de cada um; entretanto, não deveis tomar as suas expressões fraternas por promessa formal, no terreno das realizações do mundo, porquanto essas realizações dependem do vosso esforço próprio e se acham entrosadas no mecanismo das provações indispensáveis ao vosso aperfeiçoamento.

Muitas das nossas queixas são consideradas verdadeiras preces dignas de toda a carinhosa atenção dos amigos desencarnados. A maioria, porém, não passa de lamentação estéril, a que o homem se acostumou como a um vício qualquer, porque, se tendes nas mãos o remédio eficaz com o Evangelho de Jesus e com os consoladores esclarecimentos da doutrina dos Espíritos, a repetição de certas queixas traduz má-vontade na aplicação legítima do conhecimento espiritista a vós mesmos.

O Mentor ou Guia Espiritual
Diferente do que muitos pensam o Mentor ou Guia Espiritual é, na maior parte das vezes, um espírito ainda em evolução, ou seja, imperfeito, mas que já alcançou um grau de pureza maior que seu pupilo, sendo por isso capaz de auxiliá-lo no caminho espiritual da atual encarnação. Isso não desmerece o seu trabalho, muito pelo contrário, já que deixa de utilizar se tempo livre para a própria evolução e o dedica a outro espírito.

Mentores e Mestres
Um mentor não é igual a um Mestre, os Mestres não precisam mais encarnar, são perfeitos e possuem um grau de evolução muito superior aos mentores.

Alguns médiuns podem entrar em contato com os Mestres, que estão sempre dispostos a ajudar, bastando para isso elevar sua vibração. Esse contato é realizado, na maior parte das vezes, no plano mental, porque é muito sacrificante para um Mestre aparecer em corpo astral. Os médiuns não devem ficar preocupados ou com a mente fixa em entrar em contato com os Mestres, se um dia isso for permitido então acontecerá.

O Mentor e Anjo da Guarda
O mentor também não é o mesmo que anjo da guarda, embora, não haja indícios que isso não possa acontecer, são papéis diferentes que um ou mais espíritos exercem durante a encarnação de um médium.

Todos possuem um espírito protetor, mesmo os que não são médiuns, até os sete anos de idade ele fica muito perto do seu tutelado, auxiliando na ambientação com o novo plano de vida e afastando (de acordo com os méritos do espírito reencarnante) os espíritos obsessores e adversários de vidas pregressas.

Fontes diversas:  Plenus, Emmanuel, Bíblia e Grupo Povo de Aruanda

 

JESUS e a ingratidão

Mantenha sua fé!

Os sentimentos de amor, justiça, caridade e gratidão são inerentes à natureza humana, herdeira natural do bom, do nobre, do belo. Todavia, porque ainda se demora em crescimento de valores, mais vinculada atavicamente aos instintos primitivos, não se manifestam essas qualidades, que devem ser cultivadas com esforço até que se expressem por automatismos defluentes da sua elevação interior.

Em razão disso, são mais comuns as manifestações agressivas, as rebeldias, as ingratidões que aturdem, mantendo um clima mental e emocional belicoso entre os homens.

A ingratidão, que é desapreço, apresenta-se como grave imperfeição da alma, que deve ser corrigida.
O ingrato é enfermo que se combure nas chamas do orgulho mal dissimulado, da insatisfação perversa. A si todos os direitos e méritos se atribui, negando ao benfeitor a mínima consideração, nenhum reconhecimento.
Olvidando-se, rapidamente, do bem que lhe foi dispensado, silencia-o, mesmo quando não pensa que o recebido não passou de um dever para com ele, insuficiente para o seu grau de importância.
A ingratidão é chaga moral purulenta no indivíduo, que debilita o organismo social onde se encontra.

Assim, os ingratos são numerosos, sempre soberbos, e auto-suficientes, em dependência mórbida, porém, dos sacrifícios dos outros.

Jesus sempre admoestava os ingratos que lhe cruzavam o caminho.
Nunca lhe faltaram no ministério estes infelizes.
No admirável fenômeno de cura orgânica dos dez leprosos, patenteiam-se a ingratidão dos beneficiados e a interrogação do Mestre, diante daquele que havia retornado para agradecer: “Onde estão os outros? Não foram dez os curados?”

Nove se haviam ido, apressados, para o gozo e a algaravia, recuperados por fora, sem liberação da doença interna, que desapareceria somente a partir do momento em que fossem agradecer, modificando-se psicológica e moralmente.

Na tragédia do Calvário, não se encontrava presente nenhum dos que foram beneficiados pelas Suas mãos, e estes haviam sido muitos.

Ele iluminara olhos apagados; abrira ouvidos moucos; ofertara som aos lábios silenciosos; equilíbrio a mentes tresvariadas; movimentos a membros mortos; vida a catalépticos; recuperação orgânica a portadores de males inumeráveis e, no entanto, ficou esquecido por todos eles. Não obstante o bem que receberam, fugindo do reconhecimento, os ingratos viram-se diante de si mesmos, das consciências molestadas pelos remorsos, tornando a enfermar e morrendo, pois que deste fenômeno biológico ninguém escapa.

O Mestre conhecia as debilidades morais do homem e sempre se preocupava em alcançá-las, a fim de que as pretendidas curas alcançassem as matrizes das doenças, onde as mesmas se originam, erradicando-as, de modo que não voltassem a produzir miasmas e males perturbadores.

A Sua era uma constante proposta de renovação de metas, de atitudes, de pensamentos.
Sendo o exemplo máximo, pedia que O vissem, isto é, que Lhe tomassem a conduta de desapego das paixões cáusticas e cuidassem de uma só coisa necessária, que é o “reino de Deus” embutido no coração.
Na busca do mais importante, o seu encontro elimina o secundário, que deixa de ter valor, para ceder lugar ao essencial, que é o necessário.
Os homens, porém, na superficialidade dos seus interesses, anelam apenas pelo imediato, que lhes satisfaz num momento, deixando-os ansiosos outra vez.
Por imaturidade espiritual, ceifam a árvore de onde retiram os frutos de hoje, acreditando, com ingenuidade, que não terão fome amanhã. E quando esta se apresenta novamente, não têm onde recolher o alimento.
Assim agem os ingratos.
Toldam a água da fonte que os dessedentou; queimam o trigal que lhes deu o pão; cortam a planta frutífera que os alimentou; afastam o amigo generoso que os socorreu.
Em contrapartida, vivem a sós, amesquinhados, em si mesmos por conhecerem o íntimo.
Desconfiados, neurotizam-se; arbitrários, são desamados; soberbos, passam ignorados.
Não te preocupes com os ingratos dos teus caminhos de amor.
Prossegue, ofertando luz, sem te inquietares com a teimosia da treva.

Onde acendas uma lâmpada, a claridade aí derramará dádivas.
Os teus beneficiários que te abandonaram, esqueceram ou se voltaram contra ti, aprenderão com a vida e compreenderão, mais tarde, o que fizeram.
Recordarão das tuas atitudes e buscarão passar adiante o que de ti receberam.
Não é, portanto, importante, o tratamento que te dêem em retribuição, mas sim, o que prossigas fazendo por eles.

Do livro Jesus e a Atualidade, pelo espírito Joanna de Ângelis, psicografado por Divaldo Franco

A Grande Conta

gratuidadeAlonga a memória para além do minuto em que apareceste na Terra e reconhecerás que as concessões do Senhor te revestem todos os passos e te assinalam todos os lances da rota.

Não possuías senão a nudez da própria alma e não trazias senão a própria herança que o passado te imprimira no ser…

Entretanto, senhoreaste o vaso orgânico que te vestiria em nova forma de carne…

Sugaste o leite materno…

Ocupaste os panos do berço…

Exigiste permanente atenção…

Reclamaste alimento e remédio…

Solicitaste alheio apoio para que te retirasses da infância…

Absorveste o tempo da escola…

Pediste o concurso da natureza.

Aprisionaste animais, criaturas também de Deus, para que te ofertem suor e sangue…

Em cada instante na Terra equilibras-te, em verdade, sobre o sacrifício de milhões de braços que se entrelaçam para servir-te, levantando-te o ninho doméstico, tecendo-te a indumentária, garantindo-te a higiene, assegurando-te o bem estar e temperando-te o pão…

És o depositário do favor de vasta multidão em cada senda que pisas, em cada edifício que transpões, em cada veículo que te acolhe, em cada refeição que te reajusta…

Acreditas, não raro, que o dinheiro, também haurido por tuas mãos em penhor de empréstimo da Providência Divina, te resgata a conduta na Lei, perante a qual todos nós somos devedores por enquanto insolventes.

Todavia, não desdenhes estender o amor infatigável, através da renúncia ao teu próprio conforto, ajudando e servindo, hoje, agora e amanhã, porque a morte virá por meirinho seguro, mostrar-te a Grande Conta, a fim de que te informes que nasceste no mundo somente para o Bem, e que somente o Bem é capaz de elevar-te, em santa plenitude de quitação com a vida para a glória da luz sublimada e sem fim.

 

Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

Livro: Marcas do Caminho. Mensagem recebida Centro Espírita Luiz Gonzaga em Pedro Leopoldo em 26.05.1958.