Felicidade

igatossA felicidade encontra solução eficaz no comportamento íntimo do indivíduo em relação à vida.

Por que transferir para o futuro o momento de ser feliz, quando se pensa em conseguir determinados valores, que possivelmente não possuirão para completar o quadro de harmonia e destino pessoal?

Pode-se e deve-se ser feliz em cada instante, pois tal conquista procede do estado de espírito e não dos recursos materiais amealhados de que se pode dispor.

O dinheiro soluciona alguns problemas; projeta a personalidade; promove socialmente o indivíduo, mas não resolve as situações interiores, nas quais estão as bases da harmonia como do desequilíbrio.

É necessário valorizar-se o que realmente pode proporcionar a felicidade e não os seus acessórios. Digamos, então, que esta é um estado mental, variando de pessoa para pessoa, conforme o seu grau de evolução, portanto, a sua aspiração maior.

As conquistas materiais não dispõem do poder de fazer as criaturas felizes. Podem diminuir-lhes a aflição, atender a algumas necessidades, minorar amarguras, gerar bem-estar e conforto…

Esperando-se conseguir a felicidade, mediante as dádivas da fortuna, por exemplo, perdem-se muitos instantes felizes que dificilmente retornarão.

Essa felicidade dourada, sem preocupações, ociosa, não existe; é miragem que se dilui ante a realidade.

Podes conseguir o estado mental de felicidade permanente, crendo que ela é propiciada pelo amor a Deus, que a deposita nos teus sentimentos, a fim de que aí a descubra, brindando às demais pessoas.

Assim, não obstante as mudanças e circunstâncias em que te encontres, alterando o ritmo dos assuntos e acontecimentos externos, ela permanecerá contigo, porque está em ti.

O vendaval das paixões não a expulsa;

A frialdade do abandono não a empalidece;

O granizo da ofensa não a fere;

O ouro das ambições não a entorpece;

A fogo das lutas cruzadas não a atinge.

Ela permanece serena, e qual chama abençoada, com a sua luz aponta o caminho seguro a seguir, aclamando as ansiedades do coração.

Felicidade (Divaldo Pereira Franco)

Nas obras da assistência social

pomba_branca_ceu_espiritoNão esperes ocasião favorável para a resposta aos apelos do bem.
Todo dia é tempo de semear…

Quantos se prendem à teia escura da desconfiança e do medo, perdendo as mais belas oportunidades de elevação!

Se já pudeste aprender que a Humanidade é a nossa família, levanta no centro da própria alma o primeiro santuário de teu ideal, erguido à extensão do Reino do Amor!

Oferece em teu mundo íntimo um companheiro aos deserdados, um amigo aos oprimidos, um pai aos órfãos, um irmão aos sofredores.

Não exija do destino uma fortuna amoedada para que te convertas em trabalhador da grande renovação.

O ouro, sem caridade que o dirija, é moldura da avareza e do sofrimento.
A boa vontade ignora o bloco de cheques.

A sinceridade não é artigo de oferta e procura.
A paz não se acumula nos bancos.

Não olvides que o trabalho é o único processo de aumentar a riqueza e nem te esqueças de que o serviço é o único recurso de capitalizar a simpatia e a cooperação.

Se abraçaste o Evangelho, recorda que o nome de Jesus está empenhado em nossas mãos.
E, com o Mestre da Cruz, toda visão do caminho se modifica.

Onde a ignorância espalhou males incontáveis observarás o teu campo de ação e onde a miséria plantou espinheiros e lágrimas encontrarás o teu ensejo sublime de auxiliar, valorosamente.
Com Cristo, a expectação não encontra lugar.

Junto d’Dele, toda dúvida é perda de tempo.
À frente do Senhor, toda queixa é descabida.
No Evangelho, não existem “Terras de ninguém”.
Nele, só uma recomendação prevalece: – “Amar sempre, aprender sem repouso e servir sem distinção”.

Quando uma centésima parte do Cristianismo de nossos lábios conseguir expressar-se, em nossos atos de cada dia, a Terra será plenamente libertada de todo o mal.

Em razão disso, traze tu mesmo à edificação da bondade e da luz não somente a tua palavra e a tua bolsa, mas acima de tudo, a tua fé e o teu coração.

Lembra-te que a redenção do mundo principiou, não na queda do orgulho político e racial do Império Romano, mas no amor, na humildade, no serviço e na coragem de Jesus, o nosso Divino Mestre e Senhor.

Traze tua alma às tarefas do bem e estarás fazendo o melhor.
Não te encarceres nas impressões de ontem e nem te amedrontes à frente do amanhã.

Hoje é o nosso dia de começar.

Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Livro: Servidores No Além.

A Arte de Agradecer

thank youAlguns dos segredos mais valiosos da sabedoria teosófica estão ocultos sob a aparência externa do óbvio. Embora eles sejam decisivos na busca da felicidade, para percebê-los é preciso ir além das palavras e da casca externa das ideias.  O artigo a seguir examina um deles.

Há milênios, a experiência acumulada da busca da sabedoria indica que a arte de agradecer figura entre as chaves secretas do Caminho da verdade.

O conhecimento de alma que permite optar conscientemente entre a ambição e o agradecimento constitui uma lição avançada em filosofia esotérica.

“Ao invés de desejar o que não tem, agradeça pelo que possui”, aconselham os sábios. A arte de agradecer liberta o ser humano de expectativas e de ansiedade, e o reconcilia com os fatos como eles são.  Graças a ela, o indivíduo adota uma posição de vitorioso, e estabelece uma sintonia positiva com o que é bom e correto.

Agradecer é uma opção pela simplicidade, e a simplicidade permite percorrer o caminho da bem-aventurança. Ser grato é reconhecer que a vida – embora flua em um movimento incessante – é completa em si mesma a cada momento. A renúncia consciente ao desejo pessoal por objetos ou situações externas é algo que abre as portas da riqueza interior, dando acesso ao “tesouro que está nos céus”.

Agradecer é, também, aceitar o outro e aceitar a Vida. Quando percebemos a importância do momento presente, passamos a ser gratos pelas oportunidades que nos rodeiam o tempo todo. Agradecer é um ato de amor incondicional, e é um exercício de desapego.  É uma opção pelo suficiente, e contém em si a semente da humildade.

A auto-restrição voluntária do eu inferior, quando acompanhada de paz interna, leva a uma plenitude ilimitada que existe no plano do eu superior ou alma espiritual. Através do agradecimento renunciamos às ilusões e abrimos espaço em nossa aura para que coisas agradáveis ocorram em todos os níveis do fluir da vida.

Agradecer Como Verbo Intransitivo
Para agradecer, não é necessário pensar em um fato isolado e agradável que nos tenha ocorrido.  Podemos agradecer intransitivamente, isto é, sem objeto. O agradecimento incondicional ou intransitivo não depende de fatos externos. Não é um formalismo, mas um ato interior.

Uma gratidão espontânea surge inevitavelmente quando percebemos que a vida biológica não nos pertence. Ela constitui uma dádiva provisória. Ela é colocada ao nosso alcance para que possamos aprender sabedoria num processo cíclico para o qual somos convidados durante algum tempo. Somos hóspedes, e não proprietários, e, sendo hóspedes, devemos agradecer.

O exato oposto do agradecimento é o desejo pessoal intenso. O budismo e a teosofia ensinam que o desejo é uma fonte central de infelicidade. A emoção do desejo é probatória. Ela normalmente traz consigo ilusão e pode tecer com movimentações impensadas um círculo vicioso de ansiedades e frustrações que terminam por produzir apenas desânimo.

O sábio não deseja  pessoalmente que isso ou aquilo ocorra. Não alimenta esperanças. Ele aceita os fatos como são. Ele define metas claras e toma providências práticas para alcançá-las. Mais do que desejos, portanto, o estudante experiente de filosofia esotérica deve ter projetos. Todo desejo desacompanhado de uma intenção prática constitui uma perda de energia.

Helena Blavatsky escreveu em seu artigo “Chelas e Chelas Leigos”: “Antes de desejar, faça por merecer”.

Uma Prática Silenciosa
O agradecimento liberta do desejo. Graças a ele o indivíduo evita a dor psicológica causada por esperanças divorciadas da realidade.  Agradecer é uma opção voluntária que produz uma liberdade invisível diante do carma futuro e do carma presente.

Para que haja eficácia, a arte oculta do agradecimento deve ser praticada mais em silêncio do que em palavras. É importante dizer aos outros “Muito Obrigado”. Trata-se de uma prática saudável e necessária. Mas é ainda mais importante ser grato em nossa própria consciência. Agradeça sem palavras em seu coração, e será feliz.  O sentimento interno de gratidão resulta da constatação direta de que a vida está OK, e de que você está OK.

Agradecendo a Todos os Seres
A opção pelo agradecimento nos liberta da má vontade e da estreiteza mental e constitui um modo eficaz de celebrar a Vida. Cada parte do Universo vive e pulsa. Todos os seres interagem e cooperam entre si. O teosofista pode sentir-se grato pelos acontecimentos difíceis ou probatórios da vida diária, porque aprende realismo com eles.

Embora os budistas estejam certos ao desejar tradicionalmente paz a todos os seres, quando fazem isso ainda há algo a ser desejado. O estudante de filosofia esotérica, por sua vez,  reconhece que a paz já está presente em todo o universo e não necessita ser almejada no plano emocional. Ele pode dizer então:

“Agradeço a todos os seres”.

Deste modo, o ciclo energético passa a estar completo em si mesmo e não há coisa alguma que deva ser desejada. Existem apenas metas elevadas e de longo prazo a serem buscadas – com calma determinação – através de ações práticas.

Fonte: www.FilosofiaEsoterica.com

O Momento da Dificuldade

imagesTodo discípulo passa por períodos difíceis nos quais aquilo que em outros tempos ele pensava que sabia o abandona, ou parece inútil.

Quando se recupera, ele lembra e sente o poder de muitas frases familiares e cheias de força que se aplicam diretamente ao seu caso, e que poderiam tê-lo tirado da escuridão em que estava.

Agora ele compreende que a lei rege cada circunstância, que só ele é responsável pela sua própria situação, e que nunca está sozinho, porque, onde o pensamento consegue chegar, o Mestre pode estar presente.

Ele vê também que tudo o que começa na sequência do tempo termina na sequência do tempo. Sim, ele conhece muito bem estes fatos todos. Ele viu estas verdades serem repetidas uma e outra vez. Ele já tem recebido, graças a elas, ânimo e encorajamento para continuar o trabalho. Ele já mencionou estes fatos para outras pessoas, quando elas enfrentavam seus momentos de dificuldade. Por que, então, ele os esqueceu quando chegou a sua própria hora de sofrimento?

Há muitas coisas que jamais esquecemos.  Em nossa consciência normal de estado de vigília, nunca experimentamos dor, sofrimento ou alegria tão grandes que nos impeçam de lembrar e aplicar de imediato um grande número de fatos necessários. Por que  então esquecemos estas verdades da alma, especialmente considerando que havia, ao nosso dispor, grande número de fatores estimulando a lembrança? Deve ser porque falávamos superficialmente destes fatos – ao invés de fazer deles uma parte ativa das nossas vidas.

Parece ser sábio, e também necessário, preparar-nos para os momentos de dificuldade através de um estudo mais intenso e de uma prática mais regular do ensinamento.

Temos uma tendência de ser negligentes nestas atividades, até que as provações acontecem. A época propícia para construir um baluarte de defesa diante de tais desafios está nas temporadas agradáveis. Este é o momento favorável, quando a oportunidade bate à nossa porta, a mente permanece aguda, o coração não se sente sobrecarregado,  e o corpo está saudável.

Se o discípulo aproveita com eficiência estes momentos, ele acumula uma força cujo impulso fará com que atravesse a hora da dificuldade assim como o impulso de um carro faz com que ele ultrapasse um obstáculo temporário.

E ninguém deve pensar que este momento de dificuldade não chegará. Os ciclos precisam completar as suas trajetórias. Inevitavelmente, o final de um ciclo ocorrerá quando parecemos perder a ligação com o poder vivo da alma divina, e então só o impulso resultante do trabalho e do esforço por praticar aquilo que sabemos nos levará, em segurança, até mais adiante.

Também devemos ficar animados pelo fato de que, em comparação com a jornada toda, o momento da dificuldade é muito curto.

As provações mais difíceis nunca duram demasiado, e toda a eternidade está disponível, no passado e no futuro.

Devemos aproveitar ao máximo, portanto, as muitas, inúmeras, horas de oportunidade; e lembrar que, uma vez tendo feito isso, quando acontecerem momentos difíceis, poderemos esperar pelo retorno da luz com paciência, e confiantemente.

O texto a seguir foi publicado pela primeira vez na revista “Theosophy”, de Los Angeles, na edição de maio de 1921, sem indicação do nome de autor. Título original: “The Hour of Need”.  Em 2012, uma análise do seu conteúdo e estilo permitiu concluir que ele foi escrito por John Garrigues. O artigo também está publicado em inglês, com o nome do autor, em  www.TheosophyOnline.com  e websites associados.

22 coisas que pessoas felizes fazem diferente

imagesExistem dois tipos de pessoas no mundo: aquelas que escolhem ser felizes e aquelas que optam por ser infelizes. Ao contrário da crença popular, a felicidade não vem de fama, fortuna, de outras pessoas ou bens materiais. Ela vem de dentro. A pessoa mais rica do mundo pode ser miseravelmente infeliz, enquanto uma pessoa sem-teto pode estar sorrindo e contente com a sua vida. As pessoas felizes são felizes porque se fazem felizes. Elas mantêm uma visão positiva da vida e permanecem em paz com elas mesmas.

A questão é: como elas fazem isso?
É muito simples. As pessoas felizes têm bons hábitos que melhoram suas vidas. Elas fazem as coisas de forma diferente. Pergunte a qualquer pessoa feliz e ela vai te dizer que:

1. Não guarde rancor.
As pessoas felizes entendem que é melhor perdoar e esquecer do que deixar seus sentimentos negativos dominarem seus sentimentos positivos. Guardar rancor tem um monte de efeitos prejudiciais sobre o seu bem-estar, incluindo aumento da depressão, ansiedade e estresse. Por que deixar alguém que o ofendeu ter poder sobre você? Se você esquecer os seus rancores, vai ganhar uma consciência clara e energia suficiente para apreciar as coisas boas da vida.

2. Trate a todos com bondade.
Você sabia que foi cientificamente provado que ser gentil faz você feliz? Toda vez que você realizar um ato altruísta, seu cérebro produz serotonina, um hormônio que facilita a tensão e eleva o seu espírito. Não só isso, mas tratar as pessoas com amor, dignidade e respeito, também permite que você construa relacionamentos mais fortes.

3. Veja os problemas como desafios. 
A palavra “problema” não faz parte do vocabulário de uma pessoa feliz. Um problema é visto como uma desvantagem, uma luta ou uma situação instável, quando um desafio é visto como algo positivo, como uma oportunidade, uma tarefa. Sempre que você enfrentar um obstáculo, tente olhar para isso como um desafio.

4. Expresse gratidão pelo que já têm.
Há um ditado popular que diz algo assim: “As pessoas mais felizes não têm o melhor de tudo, elas fazem o melhor de tudo com o que elas têm.” Você terá um sentido mais profundo de contentamento se você contar suas bênçãos em vez de ansiar para o que você não tem.

5. Sonhe grande.
As pessoas que têm o hábito de sonhar grande são mais propensas a realizar seus objetivos do que aquelas que não o fazem. Se você se atreve a sonhar grande, sua mente vai colocar você em uma atitude focada e positiva.

6. Não se preocupe com as pequenas coisas.
As pessoas felizes se perguntam: “Será que este problema importa daqui a um ano?” Elas entendem que a vida é muito curta para ficar preocupado com situações triviais. Deixar os problemas rolarem à sua volta vai definitivamente colocar você à vontade para desfrutar das coisas mais importantes na vida.

7. Fale bem dos outros.
Ser bom é melhor do que ser mau. Fofocar pode ser divertido, mas geralmente deixa você se sentindo culpado e ressentido. Dizer coisas agradáveis sobre as outras pessoas o encoraja a pensar positivo, sem se preocupar em julgar as ações de outras pessoas.

8. Não procure culpados.
As pessoas felizes não culpam os outros por seus próprios fracassos na vida. Em vez disso, elas assumem seus erros e, ao fazer isso, elas proativamente tentam mudar para melhor.

9. Viva o presente.
As pessoas felizes não vivem no passado ou se preocupam com o futuro. Elas saboreiam o presente. Elas se deixam envolver em tudo o que está fazendo no momento. Param e cheiram as rosas.

10. Acorde no mesmo horário todos os dias.
Você já reparou que um monte de pessoas bem sucedidas tendem a ser madrugadores? Acordar no mesmo horário todas as manhãs estabiliza o seu metabolismo, aumenta a produtividade e coloca-o em um estado calmo e centrado.

11. Não se compare aos outros.
Todos trabalham em seu próprio ritmo, então por que se comparar com os outros? Se você acha que é melhor do que outra pessoa ganha um sentido saudável de superioridade. Se você acha que alguém é melhor do que você acaba se sentindo mal sobre si mesmo. Você vai ser mais feliz se concentrar em seu próprio progresso.

12. Escolha seus amigos sabiamente. 
A miséria adora companhia. É por isso que é importante cercar-se de pessoas otimistas que vai incentivá-lo a atingir seus objetivos. Quanto mais energia positiva que você tem em torno de você, melhor vai se sentir.

13. Não busque a aprovação dos outros.
As pessoas felizes não importam com o que os outros pensam delas. Elas seguem seus próprios corações, sem deixar os pessimistas desencorajá-los. Elas entendem que é impossível agradar a todos. Escute o que as pessoas têm a dizer, mas nunca busque a aprovação de ninguém.

14. Aproveite seu tempo para ouvir.
Fale menos, ouça mais. Escutar mantém a mente aberta. Quanto mais intensamente você ouve, mais silencioso sua mente fica e mais conteúdo você absorve.

15. Cultive relacionamentos sociais.
Uma pessoa só é uma pessoa infeliz. As pessoas felizes entendem o quão importante é ter relações fortes e saudáveis. Sempre tenha tempo para encontrar e falar com sua família e amigos.

16. Medite.
Ficar no silêncio ajuda você a encontrar a sua paz interior. Você não tem que ser um mestre zen para alcançar a meditação. As pessoas felizes sabem como silenciar suas mentes em qualquer lugar e a qualquer hora que elas precisam acalmar seus nervos.
17. Coma bem.
Tudo que você come afeta diretamente a capacidade do seu corpo produzir hormônios, o que vai ditar o seu humor, energia e foco mental. Certifique-se de comer alimentos que irão manter sua mente e corpo em boa forma.

18. Faça exercícios.
Estudos têm demonstrado que o exercício aumenta os níveis de felicidade. Exercício também aumenta a sua autoestima e dá uma maior sensação de auto-realização.

19. Viva com o que é realmente importante.
As pessoas felizes mantêm poucas coisas ao seu redor porque elas sabem que coisas extras em excesso os deixam sobrecarregados e estressados. Alguns estudos concluíram que os europeus são muito mais felizes do que os americanos, o que é interessante porque eles vivem em casas menores, dirigem carros mais simples e possuem menos itens.

20. Diga a verdade.
Mentir corrói a sua autoestima e faz você antipático. A verdade o libertará. Ser honesto melhora sua saúde mental e faz com que os outros tenham mais confiança em você. Seja sempre verdadeiro e nunca peça desculpas por isso.

21. Estabeleça o controle pessoal.
As pessoas felizes têm a capacidade de escolher seus próprios destinos. Elas nao deixam os outros dizerem como devem viver suas vidas. Estar no controle completo de sua própria vida traz sentimentos positivos e um grande senso de autoestima.

22. Aceite o que não pode ser alterado.
Depois de aceitar o fato de que a vida não é justa, você vai estar mais em paz com você mesmo. Em vez de ficar obcecado sobre como a vida é injusta, se concentre apenas no que você pode controlar e mudar para melhor.

Fonte: Jose Godinho – Projeto oficinas da alma

 

 

Sexo,sexo, sexo…

mãos apaixonadasA ternura é resultado da cultura e da vivência das ações superiores do amor, que estabelece paradigmas de conduta enobrecedora, externando-se em curiosos fenômenos de simpatia e de generosidade.

Todos os seres necessitam do estímulo da ternura que mantém os relacionamentos nos momentos difíceis, as afeições quando se vão desgatando, interrompendo o fluxo da animosidade quando se apresenta.

Nas uniões sexuais, por exemplo, um dos fatores de futuros desentendimentos é a falta de ternura com que se relacionam os parceiros. Mais atraídos pelo prazer sexual, as pessoas quase não valorizam a convivência, porque são carentes afetivos interiores que esperam ser preenchidas pela outra, que também padece da mesma ausência de afetividade pessoal. Passadas as sensações do prazer valorizado, surgem os atritos dos solitários a dois, que se olvidam de ser solidários reciprocamente.

Não havendo a ternura que estreita os vínculos do amor entre aqueles que constituem a parceria, o gozo desfrutado é muito fugaz e dá lugar a aspirações diferentes, abrindo a mente a sonhos e ambições por outrem que lhe proporcione mais do que a febre do desejo e da realização rápida. Em consequência, nasce a insatisfação, a procura de alguém que seria o ideal mitológico da perfeição, sem a preocupação pessoal do que esse buscado com ansiedade também deseja.

Seria o caso comum de muitas pessoas que dizem estar aguardando o ser ideal para se lhes vincular, tendo em vista que essa é uma ambição generalizada. E como todos estão aguardando que seja o outro o preenchedor do seu vazio existencial, aumenta o número dos solitários e insatisfeitos em todo lugar, mesmo na multidão, na família, nas vinculações da afetividade apressada…

Fonte: Psicologia da Gratidão
Divaldo Pereira Franco, pelo Espírito Joanna de Ângelis

Sua aldeia é onde você vive

Sua aldeia é onde você vive

Conta uma popular lenda do Oriente Próximo, que um jovem chegou a beira de um oásis junto a um povoado e aproximando-se de um velho perguntou-lhe:
– Que tipo de pessoa vive neste lugar?
– Que tipo de pessoa vivia no lugar de onde você vem? perguntou por sua vez o ancião.
– Oh, um grupo de egoístas e malvados – replicou o rapaz – estou satisfeito de haver saído de lá.
A isso o velho replicou: – A mesma coisa você haverá de encontrar por aqui.

No mesmo dia, outro jovem se acercou do oásis para beber água e vendo o ancião perguntou-lhe:
– Que tipo de pessoa vive por aqui? O velho respondeu com a mesma pergunta:
– Que tipo de pessoa vive no lugar de onde você vem?
O rapaz respondeu: – Um magnífico grupo de pessoas, amigas, honestas, hospitaleiras. Fiquei muito triste por ter de deixá-las.
– O mesmo encontrará por aqui , respondeu o ancião.

Um homem que havia escutado as duas conversas perguntou ao velho:
– Como é possível dar respostas tão diferentes à mesma pergunta?
Ao que o velho respondeu:

– Cada um carrega no seu coração o meio em que vive. Aquele que nada encontrou de bom nos lugares por onde passou, não poderá encontrar outra coisa por aqui. Aquele que encontrou amigos ali, também os encontrará aqui porque, na verdade, a nossa atitude mental é a única coisa na nossa vida sobre a qual podemos manter controle absoluto. O primeiro requisito essencial a todo homem, para encontrar uma vida digna de ser vivida, é ter uma atitude mental positiva.

Fonte: desconhecida