Reforma Íntima na prática!

[Depoimento]

Circula pela internet uma dessas frases de efeito, algo como… ”Ao invés de nos preocuparmos em deixar um mundo melhor para nossos filhos, deveríamos sim, nos preocuparmos em deixar filhos melhores para o mundo”.

A reforma íntima implica em reformularmos essa frase para: “Se queremos um mundo melhor para nossos filhos, devemos começar por nos tornarmos melhores para o mundo”. E se conseguirmos praticar esta máxima, com certeza nossos filhos terão mais chance de serem melhores do que nós, pois terão a oportunidade de iniciar a reforma íntima mais cedo.

A reforma íntima consiste em uma mudança de atitudes, de postura, de forma de viver, no sentido de convergir para uma coerência com seus princípios, baseados nas lições que Jesus nos deixou. O resultado é uma vida mais harmoniosa e calma, com maior desfrute da própria existência.

Fazer a reforma íntima ou iniciá-la não é fácil. Creio ser mais ou menos como largar de fumar… Inicia-se por uma forte conscientização de que fumar realmente é prejudicial à saúde. De que o fumo pode causar, entre outras doenças, o câncer nos pulmões, etc. Há que se lastrear com argumentos contundentes e sólidos a decisão de largar de fumar. Normalmente, a esta fase seguem-se várias tentativas, até o sucesso do abandono completo do vício. Mas a batalha ainda não está vencida, falta resistir aos apelos do vício e manter-se firme na pretendida abstinência.

Já me envolvi com os dois desafios, de largar de fumar e de iniciar uma reforma íntima.

Do cigarro, após cometer a asneira de fumar dos 13 aos 30 e poucos anos, hoje, tenho a felicidade de poder dizer que: “com a ajuda dos amigos, há cerca de 30 anos já não fumo”.

Quanto à reforma íntima, bem, esta é bem mais complicada, pois são muitas as minhas reconhecidas e assumidas deficiências e, portanto, muitas as frentes de batalha. Assim sendo, procuro me manter em constante vigília e na permanente tentativa de mudança de atitude.

Uma das minhas primeiras arenas deu-se no trânsito paulistano. Como costumava passar boa parte do dia trafegando pela cidade, a todo o momento me sentia ferido em meus direitos e agredido por outros motoristas, companheiros de infortúnio.

Inicialmente refleti sobre minhas atitudes ao volante e conclui que deveria parar de imergir naquela energia. Compreendi que ao ficar nervoso e soltar o verbo contra o motorista agressor (segundo meu julgamento) abaixava minha freqüência vibratória.

Certamente, absorvia energia ruim e tornava-me visível aos nossos irmãos menos esclarecidos que eventualmente estivessem pelas proximidades. Comecei tentando me controlar no palavreado e a substituir as palavras por Ai, Batutas!… Ou Araruta!…Depois de um bom tempo e com certo esforço, comecei a substituir o pensamento por… Coitado! Deve estar com algum problema sério a ser rapidamente resolvido… Hoje, na maioria das vezes, consigo pensar… Vai com mais calma, querido! E que seu anjo da guarda consiga te ajudar a chegar são e salvo.

Obviamente, não venci por completo esta batalha (assim como muitas outras), e ainda tenho minhas ocasiões de Araruta!

Afinal estamos aqui para aprender e melhorar!

Reforma íntima é necessária e gratificante. Comece hoje você também!

Depoimento enviado por Paulo Edgard Nascimento de Toledo – Grupo de Apoio Francisco de Assis – GAFA

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Dependência do ódio

Muitas são as dependências, que nos assolam ao longo da vida. Alguns têm dependências afetivas, e vivem em constante busca que alguém os ame, mesmo sendo amados.

Outros têm dependências de vícios como o tabagismo, e mesmo notando que isto tem prejudicado seu corpo físico, continuam fumando sem se preocupar, com o que sofrerão mais tarde. Existem aqueles que são dependentes de drogas, e encontram-se paralisados pelas químicas mentais, que este veneno provoca em seus cérebros.

Mas outros desenvolvem o que podemos chamar, de “dependência do ódio”.

Criamos uma situação em que não conseguimos, nos desvencilhar de outra pessoa pelo ódio, que a ela enviamos em todos os instantes. Ao permitir que isto ocorra caímos na armadilha, sem notar que estamos primeiramente prejudicando a nós mesmos. Imperioso lembrar sempre, que por mais longe ou perto, que a outra pessoa se encontre, dentro de nós ela está bem perto do nosso coração, que se encontra impregnado de energias destrutivas, que prejudicam principalmente a nós.

Se você sente esta dependência, procure orar pela outra pessoa, para que você se liberte e seja feliz

Pesquisa enviada por Veronique P. de Masredon- Grupo de Apoio Francisco de Assis – GAFA – Fonte:  http://www.gotasdepaz.com.br/

Ódio

Dependência do ódio

Muitas são as dependências, que nos assolam ao longo da vida. Alguns têm dependências afetivas, e vivem em constante busca que alguém os ame, mesmo sendo amados.

Outros têm dependências de vícios como o tabagismo, e mesmo notando que isto tem prejudicado seu corpo físico, continuam fumando sem se preocupar, com o que sofrerão mais tarde. Existem aqueles que são dependentes de drogas, e encontram-se paralisados pelas químicas mentais, que este veneno provoca em seus cérebros.

Mas outros desenvolvem o que podemos chamar, de “dependência do ódio”.

Criamos uma situação em que não conseguimos, nos desvencilhar de outra pessoa pelo ódio, que a ela enviamos em todos os instantes. Ao permitir que isto ocorra caímos na armadilha, sem notar que estamos primeiramente prejudicando a nós mesmos. Imperioso lembrar sempre, que por mais longe ou perto, que a outra pessoa se encontre, dentro de nós ela está bem perto do nosso coração, que se encontra impregnado de energias destrutivas, que prejudicam principalmente a nós.

Se você sente esta dependência, procure orar pela outra pessoa, para que você se liberte e seja feliz

Pesquisa enviada por Veronique P. de Masredon- Grupo de Apoio Francisco de Assis – GAFA – Fonte:  http://www.gotasdepaz.com.br/