Jesus em casa

jesus-na-familia-pqO lar é o santuário em que a bondade de Deus te situa. Dentro dele, nos fios da consanguinidade, recebes o teu primeiro mandato de serviço cristão.

É aí que te avistas com o adversário de ontem, convertido em parente próximo, e que retomas o contato de afeições queridas que o tempo não apagou…

O mundo é a grande ribalta dos teus ideais e convicções, mas o lar é o espelho para os testemunhos de tua fé.

Não olvides a necessidade de Cristo no cenáculo de amor em que te refugias.
Escolhes alguns minutos por semana e reúne-te com os laços domésticos que te possam acompanhar no cultivo da lição de Jesus.

Quanto seja possível, na mesma noite e no mesmo horário, faze teu círculo íntimo de meditação e de estudo.

Depois da prece com que nos cabe agradecer ao Senhor o pão da alma, abre as páginas do Evangelho e lê, em voz alta, algum dos seus trechos de verdade e consolo para o que receberás a inspiração dos Amigos Espirituais que te assistem.

Não é necessária a leitura por mais de dez minutos.

Em seguida, na intimidade da palavra livre e sincera, todos os companheiros devem expor suas dúvidas, seus temores e dificuldades sentimentais.

Através da conversação edificante, emissários da Esfera Superior distribuirão idéias e forças, em nome do Cristo, para que horizontes novos iluminem o espírito de cada um.

Aprenderás que semelhante prática vale por visita de nossos corações ao Eterno Benfeitor, que nos tomará o esforço por trilho de acesso à Sua Divina Luz, transformando-nos o culto da Boa Nova em fonte de bênçãos, dissolvendo em nosso campo de trabalho todas as sombras da discórdia e da ignorância, do desequilíbrio e da irritação.

Dizes-te amigo de Cristo, afirmas-te seguidor de Cristo e clamas, com razão, que Cristo é o caminho redentor da Terra, mas não te esqueças de erigir-lhe assento constante a mesa do próprio lar, para que a luz do Evangelho se te faça vida e alegria no coração. Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

“O Lar é o coração do organismo social. Em casa começa nossa missão no mundo. Entre as paredes do templo familiar preparamo-nos para a vida com todos; seremos lá fora o prosseguimento daquilo que já somos na intimidade de nós mesmos”. (Scheilla / Chico Xavier – Livro: LUZ NO LAR)

Não desanimes NUNCA

images maoNão permitas que os problemas externos, inclusive os do próprio corpo, te incapacitem para o serviço da tua iluminação.
 
Enquanto te encontras em pleno exercício na Terra, sempre serás defrontado pela dificuldade e pela dor. A lição dada e aprendida é caminho pra novas lições.
 
Atrás do enigma resolvido, outros enigmas surgirão.
Outra não é a função da escola, senão ensinar, exercitar e aperfeiçoar.
Enche-te, pois, de calma e de bom ânimo, em todas as situações.
 
Foste colocado entre obstáculos de mil natureza estranha, para que, vencendo as inibições fora de ti, aprendas a superar as tuas limitações.
 
Enquanto a humanidade não se adaptar à nova luz, respirarás cercado de lágrimas inquietantes, de gestos impensados e de sentimentos escuros.
Dispõe-te a desculpar e auxiliar sempre, a fim de que não percas a gloriosa oportunidade de crescimento espiritual.
 
Lembra-te de todas as aflições que rodearam os cristãos, no mundo, desde a vinda do Senhor.
Onde está o Sinédrio que condenou o Celeste Amigo à morte?
Onde os romanos vaidosos e dominadores?
 
Onde os guerreiros que fizeram correr, em torno do Evangelho, rios escuros de sangue e suor?
Onde os príncipes astutos que combateram e negociaram, em nome de Jesus?
Onde os políticos e inquisidores de todos os matizes, que feriram em nome do Exelso Benfeitor?
 
Arrojados pelo tempo nos despenhadeiros de cinza fortaleceram e consolidaram o pedestal de luz, em que a figura do Cristo resplandece cada vez mais gloriosa, no governo dos séculos.
 
Centraliza-te no esforço de ajudar no bem comum, seguindo com a tua cruz, ao encontro da ressurreição divina. Nas surpresas, constrangedoras da marcha, recorda que, antes de tudo, importa orar sempre, trabalhando, servindo, aprendendo, amando, e nunca desfalecer.
 
 Fonte: – Emmanuel / Chico Xavier

Palavras aos Enfermos

Beijo do Chico XavierToda enfermidade do corpo é processo educativo para a alma.

Receber,  porém,  a  visitação  benéfica entre  manifestações  de  revolta  é  o mesmo que recusar as vantagens da lição, rasgando o livro que no-la transmite.

A  dor  física,  pacientemente  suportada,  é  golpe  de  buril  divino,  realizando  o aperfeiçoamento espiritual.

Tenho  encontrado  companheiros  a  irradiarem  sublime  luz  do  peito,  como  se guardassem  lâmpadas  acesas  dentro  do  tórax.  Em  maior  parte,  são  irmãos  que aceitaram,  com  serenidade,  as  dores  longas  que  a  Providência  lhes  endereçou,  a benefício deles mesmos.

Em compensação, tenho sido defrontado por grande número de ex-tuberculosos e ex-leprosos,  em  lamentável  posição  de  desequilíbrio,  afundados  muitos  deles  em charcos de treva, porque a moléstia lhes constitui tão somente motivo à insubmissão.

O doente desesperado  é sempre digno de piedade, porque não existe sofrimento sem finalidade de purificação e elevação.

A enfermidade ligeira é aviso.

A queda violenta das forças é advertência.

A doença prolongada é sempre renovação de caminho para o bem.

A moléstia incurável no corpo é reajustamento da alma eterna.

Todos  os  padecimentos  da  carne  se  convertem,  com  o  tempo,  em  claridade interior, quando o enfermo sabe manter a paciência, aceitando o trabalho regenerativo por benção da Infinita Bondade.

Quem sustenta a calma e a fé, nos dias de aflição, encontrará a paz com brevidade e  segurança,  porque a  dor,  em todas  as ocasiões,  é a  serva  bendita  de  Deus,  que  nos procura, em nome dele a fim de levar a efeito, dentro de nós, o serviço da perfeição que ainda não sabemos realizar.

Neio Lúcio, na psicografia de Francisco Cândido Xavier, no livro “Lindos Casos de Chico Xavier”, de Ramiro Gama.

FELICIDADE

Na Prece a comunicação

E esta é a grande ilusão que envolve a criatura menos avisada, fazendo com que ela acredite que a felicidade está fora dela mesma, que a felicidade é comprada naquilo que se come, veste e usa. Reduzir o ser humano a uma pequena pele que contém um estômago e um sexo e nada mais é violentar a si mesmo no que é mais precioso e fundamental – a natureza interior.

Esse desconhecido ser-consciência que somos não aceita nada estranho à felicidade inerente a si mesmo. Tentar colocar a felicidade fora de nós mesmos, do nosso íntimo, é como querer mudar o eixo de sustentação de uma grande roda em movimento – perdemos o equilíbrio, a harmonia e a felicidade do viver.

 

O que realmente é necessário é colocarmos para fora, sempre, frequentemente, o lixo mental-emocional que aparece pela nossa atividade diária. Esse sim é nefasto e perigoso, como já vimos, e principalmente pelo fato de que ele nos cega e nos desvia do caminho para nossa real felicidade que está muito perto, próxima demais, dentro demais. Mas, pela nossa desorientação e confusão não a percebemos e nos afastamos dela procurando-a no sentido contrário, fora de nós mesmos. E, dessa maneira, criamos a ilusão de uma falsa felicidade – a felicidade-objeto, uma satisfação passageira quando conseguimos algo desejado. E aí acontece que recebemos aquilo tão esperado e desaparece nossa ansiedade, nossas preocupações exteriores e nos sentimos bem, serenos, voltamos para nós mesmos. É esta aproximação para a nossa real natureza (Ser-Consciência-Felicidade) – que nos dá aquela alegria sentida, e não o objeto que recebemos de fora.

Se isso fosse verdade, aquela alegria não seria temporária, mas permanente e cada vez acrescida pelo recebimento de novas coisas exteriores. Mas, isso não acontece, pois a felicidade-objeto logo desaparece ao reiniciarmos um novo ciclo. Um novo objeto é desejado, o que não é problema em si. A questão é o querer ligar felicidade a algo exterior. Com isso, nós nos deslocamos para fora e para longe do nosso centro de consciência, perdemos contato com nossos valores interiores, com a nossa própria essência, voltamos as costas para a Felicidade Real e vamos em busca de uma felicidade-objeto falsa.

 

É esta a condição do ser humano em quase a sua totalidade. É tão grande e tão expressiva que pode parecer normal, mas não é, o que é, na realidade, é a violação de uma lei natural e permanente. A Felicidade é uma parte integrante da criatura, indispensável, insubstituível. Sem ela, somos inferiores aos animais. Os fatos em si mesmos comprovam esta lei, a humanidade sofre durante as consequências.

 

O problema parece insolúvel, mas não é. Algumas poucas, mas grandes criaturas já ensinavam desde milênios: Onde está o veneno, ali também está o contra-veneno. A criatura humana é, por si mesma, o caminho, a verdade e a vida. Busque e encontrarás, bata e a porta se abrirá. Mas o caminho é áspero e estreito. Na literatura de todos os povos, em todos os tempos, encontramos indicadores precisos e que apontam na mesma direção – para dentro da própria criatura, na sua essência, no seu fundamento, na sua consciência.

 

Caminhos exteriores à criatura existem aos milhares, mas para o interior somente a própria criatura, em si mesma, poderá descobrir. Ninguém de fora, por melhor que seja, pode nos carregar para o nosso templo interior, mas no templo HÁ ALGO que pode mostrar a senda até lá, mas o trabalho de caminhar, de bater à porta é de cada um consigo mesmo. O pedido é íntimo e particular, em segredo, com as portas e janelas fechadas (os sentidos fechados para fora e voltados para dentro). A Prece é a comunicação com Aquele Algo Superior em nós e a resposta virá na meditação do Silêncio. Orai e vigiai – é o ensinamento. Para vigiar, deve-se estar atento e muito quieto e assim será ouvida a Voz do Coração.

 

Texto de Iran Waldir Kirchner

A Importância da Oração

 

Pedir, Louvar e Agradecer

“Por isso vos digo: Todas as coisas que vós pedirdes, orando, crede que as haveis de receber e que assim vos sucederá” (Jesus Cristo, no Evangelho de São Marcos, Capítulo, versículo 24).

Jesus Cristo veio trazer uma nova religião, diferente de tudo que até então se tinha dito. Sua doutrina era baseada no culto interior e na modificação moral do homem. O Mestre Galileu nunca pediu para acendermos velas, cultuarmos imagens ou praticarmos qualquer outro ritual, pois “Deus é Espírito, e deve ser adorado em espírito e verdade”.

Entendendo isso, percebe-se que um dos atos mais importante da Doutrina do Cristo é a oração. Ele mesmo nos ensinou como a fazer, dizendo: “E quando orais, não faleis muito, como os gentios; pois cuidam que pelo seu muito falar serão ouvidos. Quando orais, não haveis de ser como os hipócritas, que gostam de orar em pé nas sinagogas, para serem vistos pelos homens”. [ Evangelho de Mateus, Capítulo 6, versículos 5 a 8]

Conforme estes ensinamentos, a oração se torna um ato interior do homem, pois é uma relação íntima da criatura com o Criador. Pede o Mestre para darmos mais importância ao sentimento que emana da prece do que às palavras. Não adianta orarmos muito e mecanicamente, como geralmente se faz, pois as coisas externas pouco significam para Deus e sim as que provêm do nosso coração.

Através da prece podemos nos dirigir a Deus de três formas: pedindo, louvando e agradecendo. Vamos entendê-las:

PEDIR: no trecho do Evangelho de Marcos que colocamos no início, Jesus fala que tudo o que pedirmos através da oração haveremos de receber. Temos que entender direito o que Ele quis dizer, pois o Pai Celestial sabe antes e melhor do que nós o que necessitamos. Mas, então, porque iremos pedir? Jesus assim aconselha porque, pedindo pela prece, nós nos colocamos numa posição de submissão em relação ao Alto. Essa atitude de humildade dará condições ao nosso Espírito de receber as boas influências provindas de Deus. Inspirações que nos levarão a vencer com mais tranquilidade e esperança nossas dificuldades ou as daqueles que amamos.

LOUVAR: Deus não precisa que nós O louvemos. Nele, não encontramos o desejo de grandeza, pois por Si só já é onipotente. Precisamos sim, quando orarmos, entender esta condição do Pai, que a tudo criou. Louvá-Lo não significa adulá-Lo, bajulá-lo, mas sim, reconhecer Sua justiça. Isso fortalecerá nossa fé nos seus desígnios.

AGRADECER: é de vital importância o agradecimento por tudo o que temos na nossa vida. Se formos fazer uma análise fria do que nos cerca, iremos perceber que temos muito mais coisas boas que dificuldades. Agradecendo pela comida que nos mantém vivos; pela roupa, a casa e o trabalho; e ainda por termos uma família, amigos e a oportunidade do lazer. Lembremo-nos que apesar de parecerem coisas corriqueiras na vida de todos, há muitos que por vários motivos não as têm. Embora Deus não precise de agradecimentos, ao reconhecermos Sua ajuda, estaremos nos predispondo a continuar recebendo-a, pois o grande beneficiado pela prece somos nós mesmos.

Jesus Cristo nos ensinou uma única oração: o Pai Nosso, que está no Sermão do Monte, dos Evangelhos. Esta prece contém tudo o que é necessário para a criatura entrar em contato com o Pai. Mas temos que fazê-la transformando as suas palavras em sentimentos, não apenas repetindo-as. Se você acha difícil o Pai Nosso, ore de outra forma. Simplesmente converse com Deus, falando de suas dores, de seus sofrimentos. Com certeza, seus problemas serão ouvidos e, na medida de sua fé, solucionados.

Texto de: Carlos Alexandre Fett

Quanto pesa uma oração?

A tua oração tem poder

Uma pobre senhora, com visível ar de derrota estampado no rosto, entrou num armazém, se aproximou do proprietário conhecido pelo seu jeito grosseiro, e lhe pediu fiado alguns mantimentos. Ela explicou que o seu marido estava muito doente e não podia trabalhar e que tinha sete filhos para alimentar.

O dono do armazém zombou dela e pediu que se retirasse do seu estabelecimento

Pensando na necessidade da sua família ela implorou:

– “Por favor, senhor, eu lhe darei o dinheiro assim que eu tiver…”.

– Ele lhe respondeu que ela não tinha crédito e nem conta na sua loja.

Em pé no balcão ao lado, um freguês que assistia a conversa entre os dois se aproximou do dono do armazém e lhe disse que ele deveria dar o que aquela mulher necessitava para a sua família, por sua conta. Então o comerciante falou meio relutante para a pobre mulher:

– “Você tem uma lista de mantimentos?”

– “Sim”, respondeu ela.

– “Muito bem, coloque a sua lista na balança e o quanto ela pesar, eu lhe darei em mantimentos”!

A pobre mulher hesitou por uns instantes e com a cabeça curvada, retirou da bolsa um pedaço de papel, escreveu alguma coisa e o depositou suavemente na balança.

Os três ficaram admirados quando o prato da balança com o papel desceu e permaneceu embaixo. Completamente pasmado com o marcador da balança, o comerciante virou-se lentamente para o seu freguês e comentou contrariado:

– “Eu não posso acreditar!”.

O freguês sorriu e o homem começou a colocar os mantimentos no outro prato da balança.

Como a escala da balança não equilibrava, ele continuou colocando mais e mais mantimentos até não caber mais nada. O comerciante ficou parado ali por uns instantes olhando para a balança, tentando entender o que havia acontecido…  Finalmente, ele pegou o pedaço de papel da balança e ficou espantado, pois não era uma lista de compras e sim uma oração que dizia:

“Meu Senhor, o Senhor conhece as minhas necessidades e eu estou deixando isto em Suas mãos…”

O homem deu as mercadorias para a pobre mulher no mais completo silêncio, que agradeceu e deixou o armazém.

O freguês pagou a conta e disse:

– “Valeu cada centavo..”
Só Deus sabe o quanto pesa uma oração…

Você que agora está lendo essa mensagem, faça uma oração, peça a Deus por seus sofrimentos, por suas necessidades, pela falta de um emprego, por uma pessoa especial doente, por alguma enfermidade, e se não tiver nada a pedir, agradeça pelas bênçãos que recebemos todos os dias.

Não existe impossível para DEUS! ELE DIZ:

– “EU SUPRIREI TODAS AS SUAS NECESSIDADES” (Filipenses 4:19).

Jamais desista daquilo que você realmente quer.

A pessoa que tem grandes sonhos é mais forte do que aquela que possui todos os fatos.

Autor desconhecido – Texto enviado por Dorotheia Nellessen

PRECE DO CONTROLADOR

Eleve o seu coração

Senhor Deus… Aqui te rogo socorro para a minha compulsão de controlar.

Concede-me a prerrogativa de aprender sempre mais e ensina-me a conquistar, pela observação e auto-análise, o dom da confiança na Providência Divina, que atua em toda parte, através do qual todos entram em contato contigo, em todos os momentos da vida.

Que eu possa deixar de tentar controlar todas as coisas que me rodeiam. Sei que não é minha tarefa controlar familiares, amigos, eventos, situações, enfim, a vida.
Sinto, no entanto, que tenho uma enorme necessidade de fortalecer minha auto-imagem, por mim mesmo desacreditada. Cada vez que consigo com sucesso controlar alguém, confirmo inconscientemente minha maneira equivocada de pensar e, a partir disso, sinto recompensas internas e o ego lisonjeado.
Pai, em virtude desta minha obstinada convicção presunçosa de que “sou melhor e faço o melhor”, através de minha capacidade ou superioridade intelecto-mental, é que vivo relacionamentos complicados e frustrantes. Para compensar-me intimamente, apóio-me ao ponto de vista de que as coisas só vão melhorar quando elas estiverem sob meu controle e supervisão. Mas, no íntimo, sei que sou um ser humano indolente, inseguro e imoderado.
No campo de atividades humanas em que nos encontramos, por acréscimo de Tua bondade, faz-me sentir que todos os patrimônios da vida te pertencem; por isso mesmo te peço que a ilusão de controle abandone meu roteiro existencial.
Sabedoria Perfeita, devo me conscientizar cada vez mais de que nada possuo além de minhas necessidades de renovação. Preciso aprender a colaborar para a vida, e não controlá-la.
E, no dia-a-dia a que o Senhor convida a todos vivenciar junto com aqueles a quem amamos, renova-me as atitudes para que eu não perpetue devaneios e enganos.
Que minha afetividade não seja controladora.
Que minha verdade não seja absoluta.
Que minha coragem não seja intransigente.
Que minha fé não seja dominadora.
Que minha sexualidade não seja manipuladora.
Que minha justiça não seja agressiva.
Que minha paternidade não seja autoritária.
Que minha beneficência não seja imperiosa.
Que minha religiosidade não seja fiscalizadora.
Pai Amoroso, em vez de buscar o controle desesperado quando as coisas não acontecem da forma como eu planejei, devo confiar em que o Senhor já tem algo melhor para minha existência e para a de todos.

Assim seja!
Do livro “LUCIDEZ – A LUZ QUE ACENDE NA ALMA” – Psicografado por Francisco do Espírito Santo Neto – Ditado por HAMMED – 2008