INSISTAMOS NO BEM

Alguém recusou a verdade e a bênção de que te fizeste mensageiro? Insiste ainda. Não abandones o ensejo de estender o bem. Não profiras palavra de maldição, não acuses, não critiques.

Cada criatura vive no centro de problemas nem sempre acessíveis ao nosso primeiro olhar.

Persevera nas demonstrações de bondade e compreensão.

É possível que a tua frase contundente fira o próximo.

Ministremos a cada doente o remédio que lhe corresponde. O sorriso de fraternidade, a ajuda silenciosa, a humildade sem alarde, a flor da gentileza e o gesto amigo cabem, prodigiosamente, em qualquer parte.

Acima do “convencer”, permanece o “auxiliar”.

Ao grelo tenro não se pedem os frutos da árvore venerável e do vinagre compacto não se deve esperar a corrente de mel.

Aproveitemos o tempo, espalhando o amor com que o Cristo nos dotou os corações.

É possível que o veio de ouro esteja profundo na montanha da ignorância e da maldade. Insistamos, porém, e lavremos a terra, penetrando-lhe os recessos, sem ruído e sem ofensa.

Dificuldades incontáveis ocultam, ainda hoje, a visão da riqueza escondida? Não importa. Amanhã, o sol reaparecerá, outra vez, no horizonte, a chuva da divina misericórdia terá lavado os detritos do solo e atingiremos a glória da realização.

Atende ao bem, agora, em paz, hoje e amanhã, aqui e onde estiveres, porque Jesus igualmente persiste nele e prometeu que o Reino da Luz será conferido a quantos saibam perseverar até o fim.

Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

Livro: Nosso Livro. Lição nº 22. Página 55.

Momentos de aflição e provas

Portas fechadas e uma abertaMomentos de aflição e prova surgem pelo caminho, inesperados, concitando
à disciplina espiritual indispensável ao processo evolutivo do ser.

Águas serenas que são açoitadas por fortes vendavais; paisagens tranqüilas
que se modificam ao império de tempestades violentas; climas de paz
que se convertem em campos de lutas rudes; viagem segura, que se torna
perigosa, objetivos próximos de conquistados, que se perdem de repente;
saúde que cede à enfermidade; amigos dedicados, que vão adiante; adversários
vigorosos, que surgem ameaçadores; problemas econômicos, que aparecem,
constringentes, tantos são os motivos de aflição e prova, que ninguém avança,
na Terra, sem os experimentar.

Enquanto domiciliado no corpo, espírito algum se encontra em segurança, vitorioso,
isento de experiências difíceis, de possíveis insucessos.

Os momentos de prova e aflição constituem recursos de aferição dos valores morais
de cada um, mediante os quais o homem deve adquirir mais valiosas expressões
iluminativas como suportes para futuros investimentos evolutivos.
Por isso, todos somos atingidos por tais métodos de purificação.

Vigia-te. no momento de aflição e prova, a fim de que não compliques, por precipitação, o teu estado íntimo.

Suporta o vendaval do testemunho com serenidade; recebe a adaga da acusação
indébita com humildade; aceita o ácido da reprimenda injusta com nobreza; medita
diante do sofrimento com elevação de sentimentos.

Todos os momentos difíceis cedem lugar a outros; os de paz e compreensão.

Não te desalentes, exatamente quando deves fortalecer-te para a luta.

São os instantes difíceis que as resistências morais devem estar temperadas, suportando as constrições que ameaçam derruir as fortalezas íntimas.

Quando estiveres a ponto de desfalecer, procura refúgio na oração.

Orando, renovar-se-ão tuas paisagens mentais e morais, elevando-te o ânimo e reconfortando- te espiritualmente.

Jesus, que não tinha qualquer dívida a resgatar e que é o Sublime Construtor da
Terra, enquanto conosco não esteve isento dos momentos de aflição, demonstrando, amoroso, como vencê-los a todos, e, ao mesmo tempo, ensinando a técnica de como retirar do aparente mal as proveitosas lições da felicidade.

Considera-Lhe os testemunhos, e, em qualquer momento em que sejas defrontado pela aflição ou prova, enfrenta as circunstâncias e extrai do amor a parte melhor da tua tarefa de santificação.

Joanna de Ângelis/Divaldo Franco
Livro:Oferenda

NAS ORAÇÕES DO NATAL

NatalJesusRememorando o Natal, lembremo-nos de que Jesus é o Suprimento Divino à Necessidade Humana.

Para o Sofrimento, é o Consolo;

Para a Aflição, é a Esperança;

Para a Tristeza, é o Bom Ânimo;

Para o Desespero, é a Fé Viva;

Para o Desequilíbrio, é o Reajuste;

Para o Orgulho, é a Humildade;

Para a Violência, é a Tolerância;

Para a Vaidade, é a Singeleza;

Para a Ofensa, é a Compreensão;

Para a Discórdia, é a Paz;

Para o Egoísmo, é a Renúncia;

Para a Ambição, é o Sacrifício;

Para a Ignorância, é o Esclarecimento;

Para a Inconformação, é a Serenidade;

Para a Dor, é a Paciência;

Para a Angústia, é o Bálsamo;

Para a Ilusão, é a Verdade;

Para a Morte, é a Ressurreição.

Se nos propomos, assim, aceitar o Cristo por Mestre e Senhor de nossos caminhos, é imprescindível recordar que o seu Apostolado não veio para os sãos e, sim, para os antigos doentes da Terra, entre os quais nos alistamos…

Buscando, pois, acompanhá-lo e servi-lo, façamos de nosso coração uma luz que possa inflamar-se ao toque de seu infinito amor, cada dia, a fim de que nossa tarefa ilumine com Ele a milenária estrada de nossas experiências, expulsando as sombras de nossos velhos enganos e despertando-nos o espírito para a glória imperecível da Vida Eterna.

Pelo Espírito André Luiz. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

Livro: Os Dois Maiores Amores. Lição nº 30. Página 115.

 

02 de Outubro dia dos Santos Anjos da Guarda

 

ANJO DA GUARDA2“Vou enviar um anjo adiante de ti para te proteger no caminho e para te conduzir ao lugar que te preparei”. (Êxodo 23, 20)

A celebração dedicada aos anjos da guarda surgiu na Espanha, no século V e espalhou-se por toda a Europa. A data foi fixada pela primeira vez em 29 de setembro, juntamente com a festa do Arcanjo Miguel.

O Inicio da celebração da festa distinta para os “Santos Anjos da Guarda”, dedicada no dia 2 de Outubro tal como hoje, particular de cada pessoa, surge em 1670, com papa Clemente X, universalizada pelo Papa Paulo V, depois que o Papa Leão X aprovou o novo Ofício composto pelo franciscano João Colombi.

Espírito que se incumbe da tarefa de amparar outro espírito na etapa encarnatória – todas as pessoas possuem um. Geralmente, são designados os espíritos afins e simpáticos para estabelecerem tal relação. Um guia espiritual é, via de regra, um espírito mais evoluído que o seu protegido.

Um guia acompanha o seu protegido oferecendo apoio num momento de sofrimento, esclarecimento numa hora de dúvida, ajuda num instante de perigo, etc. As pessoas, mesmo sem perceber, estão submetidas à influência benévola desse guia constantemente e, ao mínimo pensamento feito a ele, o bondoso espírito se faz presente e exerce sua tarefa caridosa e despretensiosa.

Um guia está profundamente ligado ao seu protegido por motivos de afinidade espiritual e sempre executa sua missão com um sentimento espontâneo de ajuda, porquanto essa ajuda também significa o seu próprio desenvolvimento e evolução. Essa terminologia de “anjo da guarda”, utilizada seriamente por outras religiões, pode ser tomada “emprestada” pelo Espiritismo, pois se enquadra perfeitamente para esse espírito missionário: consiste no amigo constante e amoroso que Deus proporciona a todos os encarnados na difícil etapa carnal – é comumente também chamado de “protetor espiritual” ou de “mentor espiritual”.

Um guia espiritual poderá cooperar sempre em vossos trabalhos, seja auxiliando-vos nas dificuldades, de maneira indireta, ou confortando-vos na dor, estimulando-vos para a edificação moral, imprescindível à iluminação de cada um; entretanto, não deveis tomar as suas expressões fraternas por promessa formal, no terreno das realizações do mundo, porquanto essas realizações dependem do vosso esforço próprio e se acham entrosadas no mecanismo das provações indispensáveis ao vosso aperfeiçoamento.

Muitas das nossas queixas são consideradas verdadeiras preces dignas de toda a carinhosa atenção dos amigos desencarnados. A maioria, porém, não passa de lamentação estéril, a que o homem se acostumou como a um vício qualquer, porque, se tendes nas mãos o remédio eficaz com o Evangelho de Jesus e com os consoladores esclarecimentos da doutrina dos Espíritos, a repetição de certas queixas traduz má-vontade na aplicação legítima do conhecimento espiritista a vós mesmos.

O Mentor ou Guia Espiritual
Diferente do que muitos pensam o Mentor ou Guia Espiritual é, na maior parte das vezes, um espírito ainda em evolução, ou seja, imperfeito, mas que já alcançou um grau de pureza maior que seu pupilo, sendo por isso capaz de auxiliá-lo no caminho espiritual da atual encarnação. Isso não desmerece o seu trabalho, muito pelo contrário, já que deixa de utilizar se tempo livre para a própria evolução e o dedica a outro espírito.

Mentores e Mestres
Um mentor não é igual a um Mestre, os Mestres não precisam mais encarnar, são perfeitos e possuem um grau de evolução muito superior aos mentores.

Alguns médiuns podem entrar em contato com os Mestres, que estão sempre dispostos a ajudar, bastando para isso elevar sua vibração. Esse contato é realizado, na maior parte das vezes, no plano mental, porque é muito sacrificante para um Mestre aparecer em corpo astral. Os médiuns não devem ficar preocupados ou com a mente fixa em entrar em contato com os Mestres, se um dia isso for permitido então acontecerá.

O Mentor e Anjo da Guarda
O mentor também não é o mesmo que anjo da guarda, embora, não haja indícios que isso não possa acontecer, são papéis diferentes que um ou mais espíritos exercem durante a encarnação de um médium.

Todos possuem um espírito protetor, mesmo os que não são médiuns, até os sete anos de idade ele fica muito perto do seu tutelado, auxiliando na ambientação com o novo plano de vida e afastando (de acordo com os méritos do espírito reencarnante) os espíritos obsessores e adversários de vidas pregressas.

Fontes diversas:  Plenus, Emmanuel, Bíblia e Grupo Povo de Aruanda

 

JESUS e a ingratidão

Mantenha sua fé!

Os sentimentos de amor, justiça, caridade e gratidão são inerentes à natureza humana, herdeira natural do bom, do nobre, do belo. Todavia, porque ainda se demora em crescimento de valores, mais vinculada atavicamente aos instintos primitivos, não se manifestam essas qualidades, que devem ser cultivadas com esforço até que se expressem por automatismos defluentes da sua elevação interior.

Em razão disso, são mais comuns as manifestações agressivas, as rebeldias, as ingratidões que aturdem, mantendo um clima mental e emocional belicoso entre os homens.

A ingratidão, que é desapreço, apresenta-se como grave imperfeição da alma, que deve ser corrigida.
O ingrato é enfermo que se combure nas chamas do orgulho mal dissimulado, da insatisfação perversa. A si todos os direitos e méritos se atribui, negando ao benfeitor a mínima consideração, nenhum reconhecimento.
Olvidando-se, rapidamente, do bem que lhe foi dispensado, silencia-o, mesmo quando não pensa que o recebido não passou de um dever para com ele, insuficiente para o seu grau de importância.
A ingratidão é chaga moral purulenta no indivíduo, que debilita o organismo social onde se encontra.

Assim, os ingratos são numerosos, sempre soberbos, e auto-suficientes, em dependência mórbida, porém, dos sacrifícios dos outros.

Jesus sempre admoestava os ingratos que lhe cruzavam o caminho.
Nunca lhe faltaram no ministério estes infelizes.
No admirável fenômeno de cura orgânica dos dez leprosos, patenteiam-se a ingratidão dos beneficiados e a interrogação do Mestre, diante daquele que havia retornado para agradecer: “Onde estão os outros? Não foram dez os curados?”

Nove se haviam ido, apressados, para o gozo e a algaravia, recuperados por fora, sem liberação da doença interna, que desapareceria somente a partir do momento em que fossem agradecer, modificando-se psicológica e moralmente.

Na tragédia do Calvário, não se encontrava presente nenhum dos que foram beneficiados pelas Suas mãos, e estes haviam sido muitos.

Ele iluminara olhos apagados; abrira ouvidos moucos; ofertara som aos lábios silenciosos; equilíbrio a mentes tresvariadas; movimentos a membros mortos; vida a catalépticos; recuperação orgânica a portadores de males inumeráveis e, no entanto, ficou esquecido por todos eles. Não obstante o bem que receberam, fugindo do reconhecimento, os ingratos viram-se diante de si mesmos, das consciências molestadas pelos remorsos, tornando a enfermar e morrendo, pois que deste fenômeno biológico ninguém escapa.

O Mestre conhecia as debilidades morais do homem e sempre se preocupava em alcançá-las, a fim de que as pretendidas curas alcançassem as matrizes das doenças, onde as mesmas se originam, erradicando-as, de modo que não voltassem a produzir miasmas e males perturbadores.

A Sua era uma constante proposta de renovação de metas, de atitudes, de pensamentos.
Sendo o exemplo máximo, pedia que O vissem, isto é, que Lhe tomassem a conduta de desapego das paixões cáusticas e cuidassem de uma só coisa necessária, que é o “reino de Deus” embutido no coração.
Na busca do mais importante, o seu encontro elimina o secundário, que deixa de ter valor, para ceder lugar ao essencial, que é o necessário.
Os homens, porém, na superficialidade dos seus interesses, anelam apenas pelo imediato, que lhes satisfaz num momento, deixando-os ansiosos outra vez.
Por imaturidade espiritual, ceifam a árvore de onde retiram os frutos de hoje, acreditando, com ingenuidade, que não terão fome amanhã. E quando esta se apresenta novamente, não têm onde recolher o alimento.
Assim agem os ingratos.
Toldam a água da fonte que os dessedentou; queimam o trigal que lhes deu o pão; cortam a planta frutífera que os alimentou; afastam o amigo generoso que os socorreu.
Em contrapartida, vivem a sós, amesquinhados, em si mesmos por conhecerem o íntimo.
Desconfiados, neurotizam-se; arbitrários, são desamados; soberbos, passam ignorados.
Não te preocupes com os ingratos dos teus caminhos de amor.
Prossegue, ofertando luz, sem te inquietares com a teimosia da treva.

Onde acendas uma lâmpada, a claridade aí derramará dádivas.
Os teus beneficiários que te abandonaram, esqueceram ou se voltaram contra ti, aprenderão com a vida e compreenderão, mais tarde, o que fizeram.
Recordarão das tuas atitudes e buscarão passar adiante o que de ti receberam.
Não é, portanto, importante, o tratamento que te dêem em retribuição, mas sim, o que prossigas fazendo por eles.

Do livro Jesus e a Atualidade, pelo espírito Joanna de Ângelis, psicografado por Divaldo Franco

A vida lhe cobra por felicidade

felicidadeQue a paz e o amor estejam entre todos. Paz, alegria e felicidade, eis a fórmula da vida. Vivemos em esferas diferentes, por períodos determinados e objetivos múltiplos, mas, no amor a vida e ao viver pelo próximo está toda a nossa razão de tantos aprendizados seguidos, por toda a eternidade. DEUS nosso PAI e Jesus nosso Mestre nos oferece essa oportunidade a cada novo dia; sejamos todos conscientes do progresso que alcançamos a cada obstáculo que vencemos.

Querido irmão Roberto Sou Eleonora de Jesus, trabalho na Colônia a mais tempo do que você possa imaginar, estive por várias vezes no planeta terra e muitas delas no Brasil de todos nós, digo todos nós, pois, é uma região de exuberância, muitos estão à espera da vivência na carne neste país tão significativo para o progresso espiritual. Muitos são os espíritos de altíssimo nível que já estiveram entre vocês e inúmeros outros já estão e tantos outros se preparam para descer por conta do ajuste a transição.

Minhas palavras são direcionadas aos que estão sob a influencia direta desta transição, espíritos sensíveis, ainda pouco capazes de se auto equilibrar e que vibram ainda sob a influência da matéria. Sofrem os queridos irmãos, com a inobservância da vigília, desconfiam do amor bendito que lhes protege e das mãos que lhes são estendidas, em amparo as angústias e as dores.

Queridos irmãos, ainda que tua estadia na terra se finde, haverá de continuar as dores da transição, não busque entre os homens encarnados o alívio a estes sofrimentos, todos são passageiros e cabe a cada um viver para aprender, muitos já sabem como desprender-se da dor pela aceitação e resignação, outros absorvem, interiorizam e transformam em doenças, onde não havia.

Cada um aprende com o seu sofrer, aquilo que lhe é próprio.

Muitos quando tiverem a oportunidade desta leitura, estarão vivenciando essas dores, outros irão vive-las em breve momento e há os que estão ao vosso lado para vos aliviar o fardo, de mãos estendidas e de peito aberto e que se coloca em vosso caminho, por orientação do Mestre Jesus. Creia filho de DEUS, não há um só instante que passas por aprendizados maiores que a vossa capacidade de compreensão e solução – Tudo vos chega ao propósito do progresso, sede feliz, por quanto nos lhe desejamos a alegria por toda a eternidade

Fique na luz do amado Mestre Jesus, que por ti, me permitiu hoje lhe trazer este abraço amoroso, nas palavras que vos indico, seja feliz a vida lhe cobra por felicidade.

Eleonora de Jesus

Texto canalizado pelo Médium Roberto Barros para o Livro Colônia Brasil.

Tende fé em deus

Siga adiante com ELE

Siga adiante com ELE

“E Jesus, respondendo, disse-lhes: tende fé em Deus.” Marcos, 11:12.

Bastas vezes, as dificuldades na concretização de um projeto elevado se nos afiguram inamovíveis. Começamos por reconhecer-lhes o peso inquietante e estimáveis companheiros acabam por destacar-nos a importância delas, como a dizer-nos que é preciso renunciar ao bem que pretendemos fazer. Tudo, aparentemente, é obstáculo intransponível… Mas Deus intervém e uma porta aparece.

Há circunstâncias, nas quais o problema com que somos defrontados, numa questão construtiva, é julgado insolúvel. Passamos a inquietar-nos e, não raro, especialistas no assunto comparecem junto de nós, apontando-nos a impraticabilidade da solução. As obscuridades crescem por sombras indevassáveis… Mas Deus interfere e desponta uma luz.

Em certas ocasiões, uma pessoa querida, ao perturbar-se de chofre, fornece a impressão de doente irrecuperável. Afligimo-nos ao vê-la assim em desequilíbrio e, quase sempre, observadores amigos comentam a inexequibilidade de qualquer melhoria, induzindo-nos a largá-la ao próprio infortúnio. Avoluma-se a prova que lembra angústia inarredável… Mas Deus determina e surge um remédio.

Ocorrem-te no mundo as mesmas perplexidades, em matéria de saúde, família, realizações.

Salientam-se fases de trabalho em que a luta é suposta invencível, com absoluto desânimo daqueles que te rodeiam, mas Deus providencia e segues, tranquilo, à frente.

Por mais áspera a crise, por maior a consternação, não percas o otimismo e trabalha, confiante…

Ouçamos, nós todos, a indicação de Jesus:

– “Tende fé em Deus”.

“Diante de quaisquer provação da vida, quando tudo te pareça incompreensão, barrando-te os passos; se as circunstâncias do mundo te arrebatarem a presença de criaturas queridas; no momento em que todos os recursos se te afigurem extintos; perante os sofrimentos que te alcancem os seres amados; ou à frente de inibições orgânicas que julgues irreversíveis, ilhando-te nos problemas da enfermidade; não desanimes… Pensa em Deus, refugia-te em Deus, espera por Deus e confia em Deus, porquanto, ainda mesmo quando te suponhas a sós, em meio de tribulações incontáveis, Deus está conosco e com Deus venceremos”…

Fontes: Emmanuel – Chico Xavier. Livro: Recados da Vida e Palavras de Vida Eterna.