A família consangüínea

A nossa Familia

A família consangüínea é uma reunião de almas em processo de evolução, reajuste, aperfeiçoamento e santificação.

O homem e a mulher, abraçando o matrimônio por escola de amor e trabalho, honrando o vínculo dos compromissos que assumem perante a Harmonia Universal, nele se transformam em médiuns da própria vida, responsabilizando-se pela materialização, a longo prazo, dos amigos e dos adversários de ontem, convertidos no santuário doméstico em filhos e irmãos. A paternidade e a maternidade, dignamente vividas no mundo, constituem sacerdócio dos mais altos para o Espírito reencarnado na Terra, pois, através delas, a regeneração e o progresso se efetuam com segurança e clareza. Além do lar, será difícil identificar uma região onde a mediunidade seja mais espontânea e mais pura, de vez que, na posição de pai e de mãe, o homem e a mulher, realmente credores desses títulos, aprendem a buscar a sublimação de si mesmos na renúncia em favor das almas que, por intermédio deles, se manifestam na condição de filhos. A família física pode ser comparada a uma reunião de serviço espiritual no espaço e no tempo, cinzelando corações para a imortalidade.
André Luiz – Nos Domínios da Mediunidade Chico Xavier

 

Família conjunto de pessoas: pai, mãe e filhos.
Família consangüínea: é uma reunião de almas em processo de evolução, reajuste, aperfeiçoamento ou santificação.
Família espiritual: é uma constelação de inteligências, cujos membros estão na Terra e nos Céus.

 

Há, pois duas espécies de famílias: as famílias pelos laços espirituais e as famílias pelos laços corporais. Duráveis, as primeiras se fortalecem pela purificação e se perpetuam no mundo dos Espíritos, através das várias migrações da alma; as segundas, frágeis como a matéria, se extinguem com o tempo e muitas vezes se dissolvem moralmente, já na existência atual.


Simpatia e antipatia entre os cônjuges
Para que uma família consangüínea viva bem, em termos espirituais, é preciso que haja simpatia entre os seus membros, conseqüência de relacionamentos anteriores, e que se traduzem por afeição durante a vida terrestre. Pode ocorrer também que esses espíritos sejam completamente estranhos uns aos outros, reflexo de existências anteriores, que se traduzem em antagonismo.

Assim, “Os verdadeiros laços de família não são, pois, os da consangüinidade, mas os de simpatia e da comunhão de pensamentos que unem os Espíritos antes, durante e após a encarnação. De onde se segue que dois seres nascidos de pais diferentes, podem ser mais irmãos pelo Espírito do que se o fossem pelo sangue; podem se atrair, se procurar, dar-se bem juntos, enquanto dois irmãos consangüíneos podem se repelir, como se vê todos os dias; problema moral que só o Espiritismo podia resolver pela pluralidade das existências”. Kardec, 1984

 

A importância da reencarnação
A compreensão da vida familiar é muito auxiliada pelas cogitações acerca da reencarnação. Este princípio, elaborado pela doutrina espírita, remete-nos a uma vista de olhos sobre o passado. Meditando sobre ele vamos melhor entendendo porque estamos unidos a essa esposa (e não a outra), a esse filho (e não a outro)

Numa crise familiar, o Espírito Emmanuel alerta-nos para a convocação de médicos, psicólogos, amigos e conselheiros; entretanto, ao desenrolar de obstáculos e provas, ele diz: “O conhecimento da reencarnação exerce encargo de importância por trazer aos interessados novo campo de observações e reflexões, impelindo-os à tolerância, sem a qual a rearmonização acena sempre mais longe. Homem e mulher, usando a chave de semelhante entendimento, passam mecanicamente a reconhecer que é preciso desvincular e renovar sentimentos, mas em bases de compreensão e serenidade, amor e paz”. Chico Xavier, 1978

 

Amplitude da questão
Refletindo sobre nossas provas e expiações, vamo-nos compenetrando da grandiosidade de Deus e do Universo. Como nada acontece por acaso, lucraríamos muito se fôssemos resignados em cada situação de desconforto. Em toda a ocasião há a possibilidade de transformar o desafeto em afeto, a ingratidão em gratidão, o desamor em amor e a incompreensão em compreensão.

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