O desapego e a Yôga

O o sofrimento humano está no apego

O desapego deve ser uma prática diária sobre todas as coisas

O verdadeiro renunciante é somente aquele que nada deseja e nada recusa inatingido pelos opostos, tanto no seu agir como no seu desistir; não afetado nem por esperança nem por medo.

Quando mencionamos algo como desapego, logo imaginamos que se trata de não prender alguém ou procurar ser menos egoísta. No entanto, o desapego deve ser uma prática diária sobre todas as coisas. Aprender como não gerar a necessidade sobre algo e se imaginar vivendo sem coisas materiais ou na dependência de uma emoção. A paz de espírito só é possível a quem sabe renunciar a seus tesouros. Muitos praticantes de Yoga ainda hoje confundem evolução espiritual com pobreza. A questão não é ter riquezas e sim o apego que isto pode gerar.

Se você tem muito dinheiro e muitas riquezas materiais fique atento, pois o sofrimento está no apego. Mas pior é que tanto o pobre quanto o rico podem alimentar uma mente miserável! Segundo Sri Maharish Patânjali, o grande sábio indiano de 260 a, C., uma das cinco aflições ou sofrimento humano reside no desejo. Sempre querer mais e mais, torna a vida miserável e a auto-satisfação uma utopia e constrói-se assim exército inimigo de apegos.  Alguns shastras yogues – escrituras – nos alertam que uma prática importante no Yoga, é, diariamente, afiar os dois lados da espada, onde um é vairagya – desapego e renuncia – e o outro viveka – discernimento.

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