Sofremos por nossos vícios comportamentais

Somos responsáveis pelos nossos atos de união ou exclusão

Vícios são dependências vigorosas e profundas de uma pessoa que se encontra sob o controle dos outros e de coisas

Vícios não podem ser somente considerados como o consumo de tóxicos, ou produtos de origem natural, sintética, ou farmacológica, mas sim, analisados por profundidade, são interpretados como atitudes mentais que nos levam compulsoriamente a ser subjugados por situações e pessoas.

Muitos de nós aprendemos ser dependentes, desde cedo. Dirigidos por “superpais”, que imprimiram em seus filhos “clichês psíquicos” de repressão, que refletem até hoje como mensagens bloqueadoras dentro de nós, não nos deixando desenvolver nosso senso de autonomia e independência.

Outros, trazem enraizado experiências nas quais lhes foram negada a possibilidade de exercer a capacidade de seleção de amigos, e parceiros afetivos, sob a intervenção de adultos prepotentes, tornando-os mais tarde indivíduos de caráter oscilante, indecisos, assustados e inseguros. Outros ainda, por passarem experiências conflitantes em outras encarnações, em contato com criaturas e meio ambiente em inconstância e desarmonia, são predispostos a renascerem com maior identificação com a instabilidade emocional na atualidade.

Dessa forma, entendemos que os fatores que propiciam os vícios e as compulsões são os vividos em ambientes familiares/sociais desarmônicos, desta ou de outras encarnações, onde deixamos as pressões, traumas, coações, desajustes e conflitos se enraizarem na nossa zona mental ou perispiritual, pois vícios não passam de efeitos externos de nossos conflitos internos….

…Há manias ou vícios comportamentais tão graves e sérios que nos levam a ser tratados e considerados como pessoas de difícil convivência, isto é, inconvenientes:
– vício de falar descontroladamente, sem raciocinar, desconectando-nos do equilíbrio e do bom-senso.-vício de mentir constantemente para si mesmo e para os outros, por não querermos tomar conta da realidade.
– vício de lamentarmo-nos sempre, colocando-nos na posição de “pobres coitados”, para continuarmos a receber atenção dos outros.
– vício de acharmo-nos sempre certos, para podermos suprir à enorme insegurança que existe dentro de nós.
– vício de gastar desnecessariamente, a fim de adiarmos decisões importantes em nossa vida.
– vício de criticarmos os outros, para nos sentirmos maiores e melhores que os outros.
– vício de trabalhar de forma descontrolada, a fim de não termos tempo de ocuparmo-nos com nossas situações mal-resolvidas.
Inquestionavelmente, as chamadas viciações são resultado do medo de assumirmos o controle de nossa vida, e ao mesmo tempo, de medo de nos responsabilizarmos por nossos atos e atitudes, permitindo que elas fiquem fora de nosso controle e de nossas escolhas.

Aprendendo a ser independente
Eis que alguns itens também a serem observados e que possivelmente nos ajudarão a ser mais independentes e capazes de satisfazes nossos desejos e vocações naturais, e, ao mesmo tempo, estarmos junto a pessoas e situações sem tornar-nos parcial ou totalmente dependente delas:

– aguçar nossa capacidade de decidir, de optar, de escolher cada vez mais livre e independente das opiniões alheias.
– combater nossa tendência de sermos bonzinhos, ou melhor, queremos ser sempre agradáveis aos outros, mesmo pagando o preço de nos desagradar.
– estimular a habilidade de dizer NÃO, quantas vezes forem necessárias, desenvolvendo nosso senso de autonomia a fim de não cairmos nos modismos e pressões grupais.
– estabelecer no ambiente familiar um clima de respeito e liberdade, eliminando relações de superdependência simbióticas, para que possamos ser nós mesmos, e deixarmos os outros serem eles mesmos.
– criar padrões de comportamento positivos, pois comportamentos são hábitos e nossos hábitos são os que determinam a facilidade de aceitarmos ou não as circunstâncias da vida.

Conscientizar que somos seres humanos livres por natureza, mas também somos responsáveis pelos nossos atos. – cultivar o autoconhecimento, reforçando nossa visão nos trações de nossa personalidade, que já conhecemos, buscando traços interiores, que ainda nos são desconhecidos, analisando as opiniões de outras pessoas que já conheciam o nosso perfil psicológico e aceitando plenamente nosso lado “inadequado”, sem escondê-lo de nós mesmos e dos outros, tentando equilibrá-lo.

Meditemos, pois, sobre estas reflexões, cujas verdadeiras matrizes (os vícios) estão alojados na intimidade de nós mesmos.

Fonte: Renovando Atitudes Autores: Francisco do Espírito Santo Neto(médium)/Hammed (Personalidade Espiritual desencarnada)

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Sobre Roberto Barros

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Um pensamento sobre “Sofremos por nossos vícios comportamentais

  1. wilson disse:

    Influencias Oculta do mundo espiritual.

    Vejamos as explicações de um espírito de Luz sobre as influencias espirituais.

    1) Os espíritos malfeitores, desencarnados, devido a lhes faltar o corpo físico, vivem sempre acicatados pelos desejos inferiores da matéria, os quais não podem ser saciados no mundo astral. Então procuram saciar-se de seus vícios e desregramentos buscando apoderar-se de criaturas desprotegidas, a fim de transformarem-nas em verdadeiras “pontes vivas” e assim conseguirem o meio de se fartar nos seus desejos mórbidos e desregrados. Através de processos e ciladas diabólicas, eles esgotam a vitalidade das infelizes criaturas que imprudentemente lhes caem sob o jugo satânico.
    São almas tenazes em seus objetivos torpes, que se debruçam incessantemente sobre o mundo da carne à procura de vítimas passivas e desleixadas, nas quais se apóiam para realizar os seus intentos malfazejos e usufruírem a volúpia das paixões pervertidas. A energia do mundo astral é vigoroso multiplicador da freqüência vibratória do perispírito liberto da carne; por isso, enquanto as almas elevadas centuplicam suas emoções dignas e mais se elevam aos planos angélicos, os espíritos inferiores sentem os seus desejos torpes ainda mais superexcitados pois, devido à lei vibratória de que os “semelhantes atraem os semelhantes”, suas paixões também recrudescem em contato com as energias sensuais detestáveis.
    Sentindo-se exacerbados em suas emoções degradantes, e impotentes para usufruírem as sensações que lhes eram os únicos prazeres na carne, os espíritos desregrados vêem-se obrigados a sintonizar o seu perispírito com o perispírito dos encarnados que porventura vibrem docilmente às suas sugestões e desejos viciosos. Através dessa simbiose subversiva, conseguem captar as sensações pervertidas dos encarnados, e então os corpos carnais dos terrícolas se transformam em condensadores vivos, que atendem à consumação dos desejos dos obsessores.
    Os pilotos das grandes aeronaves sabem que a harmonia do seu vôo depende fundamentalmente da sincronização de todos os motores num só diapasão de velocidade; sob a mesma lei, duas locomotivas que operem conjugadas, em exaustiva subida, também hão de lograr sucesso tanto quanto seja a perfeição do ajuste sincrônico das forças empregadas por ambas. Essa lei de correspondência vibratória e equilíbrio energético ainda age com mais sutilidade nas relações entre o mundo astral e o físico, facilitando que os espíritos viciados se conjuguem sincronicamente aos perispíritos dos encarnados, a fim de praticarem suas torpezas e saciarem seus apetites inferiores.
    2) Desde que a idéia de “repasto vivo” lembra refeição, é indubitável que estamos nos referindo às tristes condições de muitos encarnados que imprudentemente se transformam em verdadeiras refeições vivas para os desencarnados insaciáveis de sensações devassas e que, além de lhes exaurirem todas as energias vitais, enfraquecem-lhes a vontade e os tornam cada vez mais viciados aos desejos torpes do Além. Aqueles que não se decidem a modificar sua conduta desregrada na vida humana não tardam em se transformar na abjeta condição de prolongamentos vivos da mórbida vontade dos espíritos pervertidos. Depois de perderem o controle de si mesmos e apresentarem estranhas enfermidades que provocam diagnósticos sentenciosos da medicina terrena, passam a viver excitados e aflitos, incessantemente acionados pelos seus “donos” do Além, que chegam a evitar-lhes qualquer aproximação amiga ou ensejo redentor.
    É de regra e técnica muito comum, entre os obsessores sabidos, do astral, cercarem os seus “repastos vivos” de cuidados especiais a fim de que se afastem de pessoas, ambientes, leituras, doutrinas, palestras ou filmes educativos que possam lhes despertar a consciência adormecida na hipnose maquiavélica e mostrar-lhes a sua escravidão ao vício. O processo sutilíssimo, que os espíritos das sombras desenvolvem felinamente em torno de suas vítimas, é muito difícil de ser percebido por aqueles que lhes caíram nas malhas sedutoras.
    3) No estado em que se encontra atualmente a civilização terrena, ainda são raras as criaturas que não possuem qualquer válvula capaz de abrir-lhes a intimidade do espírito à infiltração dos malfeitores do astral inferior. Variam as debilidades humanas de conformidade com as criaturas e suas realizações; os homens Íntegros em seus negócios e labores cotidianos podem ser vulneráveis à cólera ou à irritação; aqueles que são pacíficos e acomodados podem se desgastar pelo ciúme, sofrerem pelo amor-próprio ferido ou se intoxicarem pelas ingratidões;alguns, quando frustrados nos, seus ideais ou vítimas das discussões domésticas ou das decepções amorosas, buscam no álcool a sua compensação doentia, enquanto outros, radiantes de júbilo pela vida fácil, vivem corroídos pelo remorso da fortuna desonesta. Mesmo as criaturas mais sensatas e mais justas muitas vezes só podem ajustar as suas idéias e acalmar seus nervos ou impaciência devorando dezenas de cigarros e formulando assim inconsciente convite a algum outro viciado sem corpo, do Além.
    Não podemos enumerar toda a série de contradições, vícios, frustrações, defeitos ou emoções descontroladas que podem servir de motivos básicos ou de válvulas emotivas que auxiliam o êxito das operações obsessoras empreendidas pelos espíritos das trevas, graças à invigilância dos encarnados.

    Os desencarnados que ardem em desejos pelo álcool não perdem o seu tempo, operando sobre o encarnado que é abstêmio alcoólico, por saberem que perderão os seus esforços e não conseguirão levá-lo ao alcoolismo. Preferem, pois, encontrar criaturas afeitas ao álcool ou já debilitadas por outras paixões perigosas, a fim de levá-las ao desregramento por caminhos indiretos.
    Da mesma forma procedem os espíritos que eram fumantes inveterados e que se alucinam no Espaço pela falta do cigarro.

    4) Vejamos uma orientação muito importante dada por um grande escritor espiritista Luiz de Souza.
    Os vícios e os espíritos obsessores.

    O astral inferior está repleto de espíritos que adquiriram vícios, quando encarnados, e na situação em que se encontram, dispõem de um só meio de satisfazê-los: é o de se encostar aos seres encarnados, também viciados, para junto deles, em ação vampiresca, se saciarem, associando-se intimamente os seus corpos físicos e os seus sentidos.
    Assim, o que foi jogador inveterado põe-se junto à mesa do jogo, encostado àquele por quem nutre maior simpatia, passa a intuí-lo, para que faça os lances que lhe aprazem, e “ruge”, enraivecido, quando as intuições não forem captadas como deseja. Outros espíritos, igualmente viciados no jogo, passam a influenciar outros jogadores encarnados, e a peleja astral em torno deles segue renhida, estimulada por impropérios e imprecações. As figuras dos espíritos do astral inferior costumam ser de repelente aspecto, vítimas dos pensamentos que acalentam, engendrados na lama pestilenta do vício.
    Idêntico fenômeno se opera com os espíritos do astral inferior que, quando encarnados, foram alcoólatras ou se sentem ressequidos e com um desejo incontrolável de ingerir bebidas fortes e embriagantes, a que se acostumaram, e, para satisfazer esse desejo, se apegam aos ébrios do plano físico e de tal forma conseguem justapor o seu corpo astral ao corpo físico do encarnado, que passam a sentir, como se encarnados estivessem, o sabor do álcool e o efeito atuante da bebida ingerida. Deste modo se satisfazem e continuam alimentando o vício.
    Assim também acontece com os que fumam ou se entregam a qualquer outro vício. Há vícios maiores e menores, mas são sempre vícios. Os espíritos viciados do astral inferior estão sempre próximos dos encarnados, à procura daqueles que possuam vícios iguais aos seus. Os que não têm vícios não lhes interessam, ficando, assim, livres dessa péssima assistência. Por aqui se vê quanto os seres encarnados, possuidores de vícios, estão expostos a um duplo malefício: o de ordem material e o de ordem moral, ficando sujeitos não só à ação perniciosa e destruidora da saúde e da resistência física, como a receberem as contaminações de duas origens de obsessores, seja pela acumulação de fluidos deletérios, seja pela ressonância de vibrações inferiores.
    O viciado é, pois, um pólo de atração das forças inferiores; ele as alimenta, as mantém em torno de si, recebe as suas intuições e acaba modificando o seu modo pessoal de ser para tornar-se um reflexo delas, em suas manifestações.
    O vício é um dos promotores do suicídio lento, por contribuir, direta ou indiretamente, para o encurtamento da vida, uns atingindo frontalmente a estrutura orgânica do indivíduo, outros corroendo a alma e produzindo manchas no perispírito, que só no curso de outras vidas irão desaparecer.
    O viciado, de um modo geral, não escapa ao estágio no astral inferior, após a desencarnação, por estar o seu corpo astral impregnado de efeitos do vício e só no astral inferior existir formas vibratórias suficientemente baixas para absorver tais efeitos, o que se dá num tempo mais ou menos longo, conforme a natureza do vício, a sua intensidade e os males que produziu.
    O vício é, pois, um hábito pernicioso que leva o espírito a sofrer os danos morais e físicos dele decorrentes, com os quais muito retarda a sua evolução. A permanência de forças astrais inferiores junto à pessoa do encarnado predispõe-na a adquirir manias, a contrariar os bons princípios, a indispor-se com terceiros, a perder a capacidade de ação própria de pensar e agir com independência, a tornar-se intolerante e enfadonha, deixando escapar as melhores oportunidades da vida. Numerosas infelicidades que poderiam ser evitadas, ocorrem na vida, em conseqüência da ação funesta do astral inferior. Logo, é profundamente condenável todo e qualquer costume que proporcione contato com esses espíritos infelizes da baixa camada atmosférica, que não são visíveis aos olhos da carne, mas que são tão reais como os demais seres encarnados.
    O vício alquebra o vigor espiritual, pela razão de sintonizar-se com correntes contrárias, impedindo, assim, que tal vigor se manifeste com a sua maior potencialidade. Quem não estiver ao lado do bem, está, infalivelmente, ao lado do mal, porque não há ponto intermediário neutro para a pessoa se colocar no torvelinho da vida; como o vício não está do lado do bem, por motivos óbvios, está do lado do mal, e, conseqüentemente, também está do mesmo lado quem estiver submetido a ele.
    Combater o vício é, pois, um dever cristão, que precisa ser reconhecido e aplicado, sem condescendência. Ele se infiltra, traiçoeiramente, nas criaturas desprevenidas que não se dão ao hábito de raciocinar sobre seus riscos e inconvenientes, apoderando-se delas, é estas passam a defendê-lo, depois, para justificar o seu avassalamento.
    Olhando o aspecto econômico da questão, atua o vício como fator de desperdício. Ao tomar-se, para exemplo, o vício do fumo, constata-se que o dinheiro gasto numa existência humana com esse vício, levando-se em conta as fórmulas normais de capitalização e admitindo-se que, diariamente, fosse depositada, em organização bancária, a importância dispendida com ele e seus acessórios, daria em média por pessoa fumante, o necessário para adquirir uma propriedade, ou seja, uma residência para os seus herdeiros. É um valor econômico apreciável que cada viciado no fumo queima, diariamente, em prejuízo da família e, sobretudo, da saúde.
    Depois de desencarnado, pode o indivíduo saber — e saberá na certa — exatamente quanto desperdiçou durante a vida terrena com o vício que manteve, já que todos os atos, por menores, por mais insignificantes que sejam, ficam indelevelmente registrados. Verá então quais os benefícios que deixou de prestar aos seres seus afins ou colaterais dependentes, pelo desperdício causado pelo vício. Os ricos, que são mantenedores de vícios, hão de ver que não estiveram à altura de fazer bom uso da riqueza, e poderão preparar-se para uma nova existência de pobreza, quando melhor verificarão quais as aplicações que devem ser dadas às riquezas.
    O indivíduo que gasta os seus recursos com o vício não tem o direito de reclamar que ganha pouco e que o dinheiro não chega.
    Uma vez que na senda da evolução cada um deve esforçar-se por não ter apego às coisas terrenas, de modo algum há de andar jungido ao vício, que é o mais lamentável de todos os apegos.
    As pessoas fúteis têm uma inclinação acentuada pelo vício, e quando não se deixam arrastar pela atração do ópio, da cocaína, da maconha, entregam-se à do fumo, muitas vezes por parecer-lhes um hábito elegante. De elegantes desse tipo está repleto o astral inferior.
    Estas advertências objetivam alertar o espírito dos bem intencionados para que meditem sobre o caso, e se disponham a preparar dias melhores para o futuro, nos quais não devem constar registros de práticas viciosas. Para entrar no caminho da espiritualidade, uma das condições é a de poder sentir repugnância pelo vício, desprezá-lo, mantendo-o à distância. A aversão pelo vício é uma questão de princípio, de formação moral, de compreensão espiritual.
    Todos os acontecimentos na vida têm a sua origem e são dependentes da lei de causa-e-efeito. Os vícios são o efeito, e a causa é a falta de conhecimento da vida espiritual.
    Os vícios terão de desaparecer com a evolução dos seres; eles atestam, enquanto prevalecem, condições deficientes no estado evolutivo. É indispensável que a criatura reconheça essa inferioridade, antes de poder desejar a sua extinção. A campanha contra o vício não poderá esmorecer. Aqueles que estiverem seguros de que o vício constitui um erro de conduta na Terra, devem opor-se à sua sobrevivência, sempre que a oportunidade se apresente. A toda criatura assiste o dever de combater os males, e o vício é um deles.

    Não se pense, egoisticamente, que o mal que não nos atinge não nos deverá preocupar. Todos somos membros da grande família humana, e é preciso zelar pela sua integridade.

    Cuidar da saúde e eliminar possíveis vícios são deveres do espírito. Ao vir ao planeta Terra, todos os espíritos o fazem com o intuito de avançar em sua trajetória evolutiva. Uma saúde debilitada, por falta de cuidados, e os vícios a que se entregam, por falta de esclarecimentos, são fatores que prejudicam, e muito, o bom aproveitamento da encarnação. Assim, nenhum esforço deve ser poupado para que se tenha um corpo saudável e não seja um viciado.

    Cuidados com a alimentação, exercícios regulares, higiene, disciplina no viver são indispensáveis para manter saudável o corpo físico.

    Os vícios são induzidos pela ação de espíritos do astral inferior que se aproximam do viciado para, eles mesmos, satisfazerem seus desejos. Por exemplo, muitas vezes o desejo de fumar é uma intuição do astral inferior que induz a pessoa a fumar. Nesse ato de fumar, a pessoa se liga fortemente com espíritos inferiores e recebe deles os fluidos deletérios que sempre os acompanham, afetando a saúde do viciado.

    Wilson Moreno discípulo do Mestre Leon Denis.

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