Um mergulho no Evangelho – PARTE IV

Sócrates e Platão, precursores da idéia cristã e do espiritismo. OS ESSÊNIOS E JESUS CRISTO:

Diz a Introdução do Evangelho Segundo o Espiritismo que “as grandes idéias nunca irrompem de súbito.

As que assentam sobre a verdade sempre tem precursores que lhes preparam parcialmente os caminhos. Depois, em chegando o tempo, envia Deus um homem com a missão de resumir, coordenar e completar os elementos esparsos, de reuni-los em corpo de doutrina. Desse modo, não surgindo, bruscamente, a idéia, ao aparecer, encontra espíritos dispostos a aceita-la.”

Foi exatamente assim que aconteceu com a idéia cristã, que, muitos séculos antes de Jesus e dos essênios, foi precedida por Sócrates e Platão. Os essênios eram uma seita judaica fundada cerca de 150 anos antes de Jesus, cujos membros habitavam uma espécie de mosteiro e formavam, entre si, uma associação moral e religiosa. Destacavam-se pelos costumes brandos e grandes virtudes, ensinando o amor a Deus e ao próximo, a imortalidade da alma e acreditavam na ressurreição.

Como o gênero de vida que levavam e os princípios morais que professavam eram muito semelhantes aos dos primeiros cristãos, muitas pessoas levantaram a hipótese de que Jesus, antes de dar início a sua missão, teria pertencido à seita dos essênios.

A esse respeito, diz Emannuel: “O Mestre, (…), não obstante a elevada cultura das escolas essênias, não necessitou da sua contribuição. Desde os seus primeiros dias na Terra, mostrou-se tal qual era com a superioridade que o planeta lhe conheceu desde os tempos longínquos do princípio.”

SÓCRATES E JESUS CRISTO:
Estabelecendo uma comparação entre Sócrates e Jesus, é fácil perceber algumas semelhanças bem interessantes: Nenhum dos dois deixou qualquer escrito e, para conhecê-los, foi preciso confiar nas imagens e impressões que deixaram em seus discípulos e contemporâneos. Ambos eram mestres da retórica e tinham tanta autoconfiança no que diziam que podiam tanto arrebatar quanto irritar seus ouvintes.

Eram considerados tão carismáticos quanto enigmáticos, pois ambos acreditavam falar em nome de uma coisa que era maior do que eles mesmos. Assim como Jesus, acusado pelos fariseus de estar corrompendo o povo com seus ensinamentos, também Sócrates foi acusado, pelos fariseus do seu tempo – eles existiram e existem em todas as épocas – por proclamar o dogma da unidade de Deus, da imortalidade da alma e da vida futura.

Ambos desafiavam agudamente os que detinham o poder na sociedade, apontando sem medo, as hipocrisias e falsos fundamentos em que se assentavam para cometer todo tipo de abusos ou injustiças. Assim, ambos foram considerados subversivos e perigosos e tiveram a morte digna dos criminosos, afinal, os que questionam serão sempre perigosos para os poderosos e pseudo-sábios de todas as eras.

Este foi apenas um pequeno paralelo entre as duas doutrinas, para mostrar sua concordância com os princípios do Cristianismo e provar que, se Sócrates e Platão pressentiram e precederam a idéia cristã, muito antes dos essênios e de Jesus, em sua doutrina também se encontram retratados os princípios fundamentais do Espiritismo.

Em função de muitas semelhanças, achamos importante retratar aqui, o “Resumo da doutrina de Sócrates e de Platão”, do “Evangelho Segundo o Espiritismo, Introdução, Parte IV”, para que possamos identificar, cada um dos princípios fundamentais do Espiritismo, nela contida.

RESUMO DA DOUTRINA DE SÓCRATES E PLATÃO:
I- “O homem é uma alma encarnada. Antes da sua encarnação, existia unida aos tipos primordiais, às idéias do verdadeiro, do bem do belo; separa-se deles, encarnando, e, recordando o seu passado, é mais ou menos atormentada pelo desejo de voltar a ele.”

É possível destacar aqui, de maneira bem clara, a idéia da distinção e independência entre o princípio inteligente e o princípio material. Além disso, aqui está a doutrina da preexistência da alma; da vaga intuição que ela carrega de um outro mundo, ao qual deseja retornar; da sua saída do mundo espiritual para encarnar e, posteriormente, seu retorno a esse mesmo mundo, após a morte, por sua sobrevivência além do corpo. Eis assim, o “gérmen da doutrina dos Anjos decaídos”.

II – “A alma se transvia e perturba, quando se serve do corpo para considerar qualquer objeto; tem vertigem, como se estivesse ébria, porque se prende a coisas que estão, por sua natureza, sujeitas à mudanças; ao passo que, quando contempla a sua própria essência, dirige-se para o que é puro, eterno, imortal, e sendo ela dessa natureza, permanece aí ligada, por tanto tempo quanto possa. Cessam então os seus transviamentos, pois que está unida ao que é imutável e a esse estado da alma é que se chama sabedoria.”

Já dizia Platão que, todo homem que considera as coisas sob o ponto de vista material, apegando-se às coisas terrenas, ilude-se a si mesmo. Para apreciá-las da maneira correta, é preciso vê-las sob o ponto de vista espiritual. E só aquele que consegue isolar a alma do corpo, para enxergar com os olhos do Espírito, está de posse da verdadeira sabedoria.

III – Enquanto tivermos o nosso corpo e a alma se achar mergulhada nessa corrupção, nunca possuiremos o objeto dos nossos desejos: a verdade. Com efeito, o corpo nos suscita mil obstáculos pela necessidade em que nos achamos de cuidar dele. Ao demais, ele nos enche de desejos, de apetites, de temores, de mil quimeras e de mil tolices, de maneira que, com ele, impossível se nos torna ser ajuizados, sequer por um instante. Mas, se não nos é possível conhecer puramente coisa alguma, enquanto a alma nos está ligada ao corpo, de duas uma: ou jamais conheceremos a verdade, ou só a conheceremos após a morte. Libertos, da loucura do corpo, conversaremos então, lícito é esperá-lo, com homens igualmente libertos e conheceremos, por nós mesmos, a essência das coisas. Essa a razão por que os verdadeiros filósofos se exercitam em morrer e a morte não se lhes afigura, de modo nenhum, temível.”

Aqui está o princípio das faculdades da alma obscurecida pelos órgãos corporais e da expansão da alma já liberta dos limites da matéria.

IV – A alma impura, nesse estado, se encontra oprimida e se vê de novo arrastada para o mundo visível, pelo horror do que é invisível e imaterial. Erra, então, diz-se, em torno dos monumentos e dos túmulos, junto aos quais já se tem visto tenebrosos fantasmas, quais devem ser as imagens das almas que deixaram o corpo sem estarem ainda inteiramente puras, que ainda conservam alguma coisa da forma material, o que faz que a vista humana possa percebê-las.

Não são as almas dos bons; são, porém, a dos maus, que se vêem forçadas a vagar por esses lugares, onde arrastam consigo a pena da primeira vida que tiveram e onde continuam a vagar até que os apetites inerentes à forma material de que se revestiram as reconduzam a um corpo. Então, sem dúvida, retomam os mesmos costumes que durante a primeira vida constituíam objeto de suas predileções.

Este tópico expressa mais alguns princípios fundamentais do Espiritismo: o princípio da reencarnação e o estado em que se encontram as almas que ainda se mantém sob o poder da matéria. Afirma ainda que a reencarnação em um corpo carnal é uma conseqüência da impureza da alma e uma chance de aperfeiçoamento, pois cada existência lhe proporciona um progresso intelectual e moral, através da bagagem de conhecimentos adquiridos. Daí a “doutrina das idéias inatas”.

V- Após a nossa morte, o gênio (daimon, demônio), que nos fora designado durante a vida, leva-nos a um lugar onde se reúnem todos os que tem de ser conduzidos ao Hades, para serem julgados. As almas, depois de haverem estado no Hades o tempo necessário, são reconduzidas a esta vida em múltiplos e longos períodos.

Eis aqui a doutrina dos Anjos Guardiães ou Espíritos protetores, e das reencarnações sucessivas, que seguem intervalos mais ou menos longos de erraticidade.

VI– Os demônios ocupam o espaço que separa o céu da terra; constituem o laço que une o Grande Todo a si mesmo. Não entrando nunca a divindade em comunicação direta com o homem, é por intermédio dos demônios que os deuses entram em comércio e se entretêm com ele, quer durante a vigília, quer durante o sono.

Em primeiro lugar, é preciso lembrar que a palavra daimon, de onde se encarregaram de criar o termo demônio, nunca foi, na Antiguidade, tomada com o sentido negativo que carrega nos tempos modernos. Não tratava, exclusivamente, de seres do mal, mas dos Espíritos em geral, dentre os quais se destacavam os Espíritos Superiores, também chamados de deuses, e os menos evoluídos, os demônios propriamente ditos. Eram esses Espíritos que se comunicavam diretamente com os homens.

Coloquem, no lugar da palavra demônio, a palavra Espírito, e teremos a Doutrina Espírita. Usando a palavra anjo, teremos a Doutrina Cristã. Neste tópico da doutrina de Platão, destacam-se, também, alguns dos fundamentos do Espiritismo: os Espíritos povoam o espaço; Deus só se comunica com os homens por intermédio de Espíritos puros, encarregados de lhes transmitirem as vontades divinas; os Espíritos podem se comunicar com os homens, tanto durante a vigília quanto durante o sono.

VII- A preocupação constante do filósofo (tal como o compreendiam Sócrates e Platão) é a de tomar o maior cuidado com a alma, menos pelo que respeita a esta vida, que não dura mais que um instante, do que tendo em vista a eternidade. Desde que a alma é imortal, não será prudente viver visando a eternidade ?

O que se pode ressaltar deste tópico é que o Cristianismo e o Espiritismo ensinam a mesma coisa.

VIII – Se a alma é imaterial, tem de passar, após essa vida, a um mundo igualmente invisível e imaterial, do mesmo modo que o corpo, decompondo-se, volta à matéria. Muito importa, no entanto, distinguir bem a alma pura, verdadeiramente imaterial, que se alimente, como Deus, de ciência e pensamentos, da alma mais ou menos maculada de impurezas materiais, que a impedem de elevar-se para o divino e a retém nos lugares da sua estada na Terra.

É possível perceber que Sócrates e Platão compreendiam bem os diferentes graus de desmaterialização da alma, e insistiam nas diferentes situações que resultam na sua maior ou menor pureza. O que eles diziam, por intuição, o Espiritismo se encarrega, hoje, de provar com inúmeros exemplos.

IX– Se a morte fosse a dissolução completa do homem, muito ganhariam com a morte os maus, pois se veriam livres, ao mesmo tempo, do corpo, da alma e dos vícios. Aquele que guarnecer a alma, não de ornatos estranhos, mas com os que lhe são próprios, só esse poderá aguardar tranqüilamente a hora da sua partida para o outro mundo.

O materialismo, proclamando o “nada” para depois da morte, anula toda a responsabilidade moral da vida presente, sendo, conseqüentemente, um incentivo ao mal. Somente o homem que se libertou dos vícios, se desprendeu das garras do materialismo e se enriqueceu de virtudes, pode esperar com tranqüilidade pelo despertar na outra vida.

X– O corpo conserva bem impressos os vestígios dos cuidados de que foi objeto e dos acidentes que sofreu. Dá-se o mesmo com a alma. Quando despida do corpo, ela guarda, evidentes, os traços do seu caráter, de suas afeições e as marcas que lhe deixaram todos os atos de sua vida. Assim, a maior desgraça que pode acontecer ao homem é ir para o outro mundo com a alma carregada de crimes. Vês, Cálicles, que nem tu, nem Pólux, nem Górgias podereis provar que devamos levar outra vida que nos seja útil quando estejamos do outro lado. De tantas opiniões diversas, a única que permanece inabalável é a de que mais vale receber do que cometer uma injustiça, e que, acima de tudo, devemos cuidar, não de parecer, mas de ser homem de bem. ( Colóquios de Sócrates com seus discípulos, na prisão.)

Destaca-se aqui, outro ponto importante, confirmado, hoje, pela experiência: a alma não depurada conserva idéias, tendências, o caráter e as paixões, que vivenciou na Terra.

Se analisarmos a frase “mais vale receber do que cometer uma injustiça”, vamos ver que ela é inteiramente cristã e foi também usada por Jesus, de forma figurativa, com a expressão: “Se alguém vos bater numa face, apresentai-lhe a outra.”

XI– De duas uma: ou a morte é uma destruição absoluta, ou é passagem da alma para outro lugar. Se tudo tem de extinguir-se, a morte será como uma dessas raras noites que passamos sem sonho e sem nenhuma consciência de nós mesmos. Todavia, se a morte é apenas uma mudança de morada, a passagem para o lugar onde os mortos se tem de reunir, que felicidade a de encontrarmos lá aqueles a quem conhecemos ! O meu maior prazer seria examinar de perto os habitantes dessa outra morada e de distinguir lá, como aqui, os que são dignos dos que se julgam tais e não o são. Mas, é tempo de nos separarmos, eu para morrer, vós para viverdes. (Sócrates aos seus juízes.)

Segundo a Doutrina de Sócrates, todos os que viveram na Terra, se encontram e se reconhecem, depois da morte. Esse também é um dos princípios da Doutrina Espírita, onde as relações estabelecidas permanecem e, de forma alguma, a morte representa uma interrupção ou cessação da vida. Ao contrário, é uma passagem, uma transformação.

XII– Nunca se deve retribuir com outra uma injustiça nem fazer mal a ninguém, seja qual for o dano que nos hajam causado. Poucos, no entanto, serão os que admitam esse princípio e os que se desentenderem a tal respeito nada mais farão, sem dúvida, do que se votarem uns aos outros mútuo desprezo. Eis aí o princípio da caridade, que prescreve o perdão aos inimigos e condena a retribuição do mal pelo mal.

XIII– É pelos frutos que se conhece a árvore. Toda ação deve ser qualificada pelo que produz: qualifica-la de má, quando dela provenha mal; de boa, quando dê origem ao bem.

Essa frase “Pelos frutos é que se conhece a árvore”, encontra-se, inúmeras vezes, repetida, textualmente, nos Evangelhos.

XIV– A riqueza é um grande perigo. Todo homem que ama a riqueza não a ma a si mesmo, nem ao que é seu; ama a uma coisa que lhe é ainda mais estranha do que o que lhe pertence.

XV– As mais belas preces e os mais belos sacrifícios prazem menos à Divindade do que uma alma virtuosa que faz esforços por se lhe assemelhar. Grave coisa fora que os deuses dispensassem mais atenção às nossas oferendas, do que à nossa alma; se tal se desse poderiam os mais culpados conseguir que eles se lhes tornassem propícios. Mas, não: verdadeiramente, justos e retos só o são, os que, por suas palavras e atos, cumprem seus deveres para com os deuses e para com os homens.

XVI- Chamo homem vicioso, a esse amante vulgar, que mais ama o corpo do que a alma. O amor está por toda parte em a Natureza que nos convida aos exercícios da nossa inteligência; até no movimento dos astros o encontramos. É o amor que orna a Natureza de seus ricos tapetes; ele se enfeita e fixa morada onde se lhes deparem flores e perfumes. É ainda o amor que dá paz aos homens, calma ao mar, silêncio aos ventos e sono à dor.

A teoria de Platão sobre o amor universal, como Lei da Natureza, teve por conseqüência o amor que há de unir os homens por um laço fraterno. Sócrates foi considerado criminoso por afirmar que existe um grande Espírito que preside o amor universal, com a frase: “O amor não é nem um deus, nem um mortal, mas um grande demônio.”

XVII– A virtude não pode ser ensinada; vem por dom de Deus aos que possuem.

Segundo o Espiritismo, para ser encarada como um dom, a virtude carece de mérito para aquele que a conquista. Assim, aquele que a possui , fez por merecer com seus esforços, através de sucessivas existências, libertando-se, pouco a pouco, de suas imperfeições.

XVIII É disposição natural em todos nós, a de nos apercebermos muito menos dos nossos defeitos do que dos de outrem. Essa parece ser uma “particularidade” do ser humano, desde os tempos de Platão.

XIX – Se os médicos são mal sucedidos, tratando da maior parte das moléstias, é que tratam do corpo, sem tratarem da alma. Ora, não se achando o todo em bom estado, impossível é que uma parte deles passe bem.

A Doutrina Espírita fornece a chave das relações entre a alma e o corpo, provando a influência do espírito sobre a matéria. Como se pode ver, essa teoria não é nova, mas, infelizmente, só agora, em pleno Século XXI, a Medicina vem acordando para essa chamada “nova” proposta, com bons resultados.

XX– Todos os homens, a partir da infância, muito mais fazem de mal, do que de bem.

A sentença de Sócrates vem ao encontro da grave questão da predominância do mal sobre a Terra. Essa é uma questão praticamente sem solução, quando não se tem o conhecimento sobre a teoria, explicada pelo Espiritismo, da pluralidade dos mundos e da destinação do planeta terreno, habitado apenas por uma mínima fração da humanidade.

XXI– Ajuizado serás, não supondo que sabes, o que ignoras.

Esse tópico refere-se diretamente aqueles que criticam o que desconhecem. Platão complementa o pensamento de Sócrates, dizendo: “ Tentemos, primeiro, torná-los, se for possível, mais honestos nas palavras; se não o forem não nos preocupemos com eles e não procuremos senão a verdade Cuidemos de instruir-nos, mas não nos injuriemos.”

Essa deve ser também a atitude dos espíritas em relação a seus contraditores, tanto de boa quanto de má-fé. Se Platão, revivesse em pleno Século XXI, encontraria as coisas quase iguais ao seu tempo, e poderia fazer uso da mesma linguagem. Também Sócrates encontraria criaturas que zombariam de sua crença nos Espíritos e, com certeza, juntamente com Platão, seriam considerados loucos.

Por outro lado, se Sócrates e Platão tivessem conhecido os ensinamentos de Jesus, difundidos 500 anos mais tarde, e os divulgados, agora, pela Doutrina Espírita, a atitude seria a mesma e não teriam se expressado de outra forma.

Diz o “Evangelho segundo o Espiritismo” que “ Sócrates, Platão e os grandes filósofos daqueles tempos bem podem, depois que secundaram o Cristo na sua missão divina, ter sido dos escolhidos para esse fim, precisamente por se acharem, mais do que os outros, em condições de lhe compreenderem as sublimes lições; que, finalmente, pode dar-se façam eles agora parte da plêiade dos Espíritos encarregados de ensinar aos homens as mesmas verdades.”

Embora um pouco extenso, esse estudo teve, por principal objetivo, mostrar que nada surpreende, porque nada de novo existe. As idéias cristãs e o Espiritismo tiveram seus grandes precursores antes mesmo de Jesus Cristo. As Grandes Verdades são eternas e sempre foram conhecidas pelos Espíritos Superiores, antes mesmo deles chegarem à Terra. E, acreditemos ou não, foram eles que as trouxeram para cá!

Sugestão de estudo: Leitura do Evangelho Segundo o Espiritismo. Introdução, Parte IV.
Um mergulho no evangelho – São textos publicados no blog Mediunidade e Apometria http://mediunidadeeapometria.blogspot.com/ e gentilmente cedidos para nossa coluna

Anúncios

Sobre Roberto Barros

Publicitário

Grato pelo seu interesse no Bem Viver Apometria!

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s