Concentração

Como nos tempos mais recuados das civilizações mortas, temos de reafirmar que a maior necessidade da criatura humana ainda é a do conhecimento de si mesma
Emmanuel – (Consolador)

“Fazer brilhar o cérebro não é difícil: basta uma boa memória e uma biblioteca à disposição; difícil é fazer brilhar o coração”
Chico Xavier

Definição de concentração
É um estado mental caracterizado pela fixação da atenção em relação a um objeto. A palavra objeto utilizada aqui, refere-se a tudo aquilo que pode ser vivenciado pela mente humana: coisas, pessoas, idéias, sentimentos, sensações, interesses, visões e demais experiências do gênero.

Características da concentração
Seu processo caracteriza-se pela fixidez da atenção num determinado conteúdo psíquico. Só ocorre plenamente, quando a mente consegue livrar-se de todas as sensações provocadas por estímulos externos e das vivências interiores, que não tem nenhum tipo de relação com o objeto da concentração. Para que haja concentração é necessário que ocorra atenção e silêncio interior.

Determinação da concentração
A determinação da concentração é dada por um interesse por parte do indivíduo, em integrar-se ao objeto da concentração e compreendê-lo a fundo. Essa compreensão é dada quando o percebedor sente o objeto, na sua integração com o mesmo. Portanto, sua determinação é dada pela motivação de se integrar e sentir a algo ou alguém.

Fatores contrários à concentração
São aqueles fatores que impedem ou dificultam a concentração. Dividem-se em externos e internos.

Fatores Externos:
1 – ruídos e sons em tome elevado ou que perturbem quem se concentra;
2 – toques físicos provocadores de dor ou prazer;
3 – iluminação inadequada: forte ou fraca, ao que se está fazendo;
4 – envolvimento espiritual perturbador.

Fatores Internos:
1 – tensões e dores físicas que perturbem a concentração;
2 – distração inconsciente, não percebida, que ocorre nos momentos de concentração;
3 – cansaço gerando a necessidade de repouso;
4 – falta de informações de como se concentrar;
5 – indisciplina interior fazendo com que o indivíduo se ocupe de muitos pensamentos ao mesmo tempo, impedindo-o de atingir determinado fim;
6 – perturbações afetivo-emocionais dadas por problemas pessoais, que levam o indivíduo a preocupar-se ou ficar ansioso nos momentos de concentração;
7 – sentimento de tédio durante a prática da concentração, fazendo com que o indivíduo faça uso naturalmente de sua imaginação.

Fonte: Elaborado por Ricardo Mazzonetto com a colaboração de José Vitorino do Nascimento. Antonio Francisco Rasga e Sérgio Biagi Gregório. Centro espírita Ismael – Departamento de ensino doutrinário

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